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Aquele que passeia ao teu lado: o fascínio dos duplos em Mário de Sá-Carneiro e Richard Weiner

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente artigo, de foro comparatista, tem por objetivo analisar o tópico do duplo na obra de dois autores pertencentes a duas literaturas distanciadas entre si, a portuguesa e a checa. Trata-se de Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) e de Richard Weiner (1884-1937), dois modernistas que viveram na mesma época, em Paris, absorvendo os mesmos estímulos artísticos e literários. Na obra de ambos os autores, com efeito, verificam-se alguns traços comuns, tipicamente modernistas, tais como o recurso à subjetividade e o questionamento da identidade/alteridade pessoal. Para os fins da análise do duplo, que constitui um dos tópicos aglutinadores da obra destes dois autores, foram escolhidos os contos «Eu-próprio o Outro» (1915), de Sá-Carneiro, e «Os duplos» («Dvojníci», 1916), de Weiner.
Autores principais:Špánková, Silvie
Assunto:O tópico do duplo O conto português O conto checo Mário de Sá-Carneiro Richard Weiner The double topic Portuguese short-story Czech short-story
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Aberta
Idioma:português
Origem:Repositório Aberto da Universidade Aberta
Descrição
Resumo:O presente artigo, de foro comparatista, tem por objetivo analisar o tópico do duplo na obra de dois autores pertencentes a duas literaturas distanciadas entre si, a portuguesa e a checa. Trata-se de Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) e de Richard Weiner (1884-1937), dois modernistas que viveram na mesma época, em Paris, absorvendo os mesmos estímulos artísticos e literários. Na obra de ambos os autores, com efeito, verificam-se alguns traços comuns, tipicamente modernistas, tais como o recurso à subjetividade e o questionamento da identidade/alteridade pessoal. Para os fins da análise do duplo, que constitui um dos tópicos aglutinadores da obra destes dois autores, foram escolhidos os contos «Eu-próprio o Outro» (1915), de Sá-Carneiro, e «Os duplos» («Dvojníci», 1916), de Weiner.

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