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Mercadores e comerciantes na democracia ateniense : 431-322 a.C.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta pesquisa tem o objetivo de contribuir para as discussões sobre o comércio no campo da história antiga, especialmente no que se refere aos estudos de economia e sociedade na antiguidade. O tema central do trabalho é a atuação de mercadores e comerciantes durante o período da democracia ateniense, mais especificamente entre o início da Guerra do Peloponeso em 431 a.C. até a morte de Alexandre III em 322 a.C., quando a democracia perde boa parte do caráter de participação política popular que a definiu. A hipótese aqui defendida é a de que independentemente do status social de comerciantes e mercadores eles influenciavam indiretamente, porém de maneira decisiva, no funcionamento do regime político democrático em Atenas. Com isso pretendo confrontar os estudos de viés institucionalista, hegemônicos no campo, e propor uma análise materialista que, a partir de uma história do cotidiano, estabeleça relações entre a prática social dos comerciantes e mercadores e as instituições sociais reproduzidas por elas
Autores principais:Melo, Gabriel da Silva
Assunto:Economia antiga Atenas clássica Democracia Comércio Cotidiano História da Grécia Comércio Democracia Grécia Antiga - aspecto econômico Ancient economy Classical Athens Democracy Trade and commerce Quotidien
Ano:2020
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Esta pesquisa tem o objetivo de contribuir para as discussões sobre o comércio no campo da história antiga, especialmente no que se refere aos estudos de economia e sociedade na antiguidade. O tema central do trabalho é a atuação de mercadores e comerciantes durante o período da democracia ateniense, mais especificamente entre o início da Guerra do Peloponeso em 431 a.C. até a morte de Alexandre III em 322 a.C., quando a democracia perde boa parte do caráter de participação política popular que a definiu. A hipótese aqui defendida é a de que independentemente do status social de comerciantes e mercadores eles influenciavam indiretamente, porém de maneira decisiva, no funcionamento do regime político democrático em Atenas. Com isso pretendo confrontar os estudos de viés institucionalista, hegemônicos no campo, e propor uma análise materialista que, a partir de uma história do cotidiano, estabeleça relações entre a prática social dos comerciantes e mercadores e as instituições sociais reproduzidas por elas

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