Publicação
Restrição alimentar para suínos machos castrados e imunocastrados em terminação
| Resumo: | O objetivo do trabalho foi avaliar o desempenho e as características quantitativas de carcaça de suínos machos castrados e imunocastrados, sob alimentação à vontade ou restrição quantitativa. Foram utilizados 240 animais, com peso inicial de 91,49±3,26kg, distribuídos em delineamento experimental de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2x2 (dois manejos alimentares e duas categorias), com quatro repetições e 15 suínos cada. Suínos sob restrição alimentar apresentaram consumo inferior (P<0,05) em relação aos alimentados à vontade. O consumo de ração não diferiu (P>0,05) entre castrados e imunocastrados. Suínos alimentados à vontade apresentaram maior (P<0,05) ganho de peso em relação àqueles sob restrição. Os imunocastrados apresentaram ganho de peso superior (P<0,05) aos castrados. Houve interação (P<0,05) entre manejo e categorias para conversão alimentar, em que a restrição melhorou a conversão alimentar dos castrados em relação aos imunocastrados. Além disso, os imunocastrados apresentaram melhor (P<0,05) conversão alimentar em relação aos castrados, independente do manejo alimentar. Não houve interação (P>0,05) entre os fatores sobre as características de carcaça. A restrição não afetou (P>0,05) as características de carcaça. Machos imunocastrados apresentaram menor (P<0,05) espessura de toucinho e maior percentual de carne magra na carcaça. A restrição alimentar melhora a conversão alimentar de machos castrados. A restrição alimentar piora o ganho de peso e não altera as características de carcaça dos machos castrados e imunocastrados. Suínos imunocastrados apresentam desempenho superior, menor espessura de toucinho e maior percentual de carne magra em relação aos castrados. |
|---|---|
| Autores principais: | Santos,Alexandre Pereira dos |
| Outros Autores: | Kiefer,Charles; Martins,Leandro Pereira; Fantini,Caiki Calepso |
| Assunto: | carcaça carne magra desempenho manejo alimentar |
| Ano: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | O objetivo do trabalho foi avaliar o desempenho e as características quantitativas de carcaça de suínos machos castrados e imunocastrados, sob alimentação à vontade ou restrição quantitativa. Foram utilizados 240 animais, com peso inicial de 91,49±3,26kg, distribuídos em delineamento experimental de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2x2 (dois manejos alimentares e duas categorias), com quatro repetições e 15 suínos cada. Suínos sob restrição alimentar apresentaram consumo inferior (P<0,05) em relação aos alimentados à vontade. O consumo de ração não diferiu (P>0,05) entre castrados e imunocastrados. Suínos alimentados à vontade apresentaram maior (P<0,05) ganho de peso em relação àqueles sob restrição. Os imunocastrados apresentaram ganho de peso superior (P<0,05) aos castrados. Houve interação (P<0,05) entre manejo e categorias para conversão alimentar, em que a restrição melhorou a conversão alimentar dos castrados em relação aos imunocastrados. Além disso, os imunocastrados apresentaram melhor (P<0,05) conversão alimentar em relação aos castrados, independente do manejo alimentar. Não houve interação (P>0,05) entre os fatores sobre as características de carcaça. A restrição não afetou (P>0,05) as características de carcaça. Machos imunocastrados apresentaram menor (P<0,05) espessura de toucinho e maior percentual de carne magra na carcaça. A restrição alimentar melhora a conversão alimentar de machos castrados. A restrição alimentar piora o ganho de peso e não altera as características de carcaça dos machos castrados e imunocastrados. Suínos imunocastrados apresentam desempenho superior, menor espessura de toucinho e maior percentual de carne magra em relação aos castrados. |
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