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Tinha uma vírgula no meio da frase: considerações sobre as prescrições do emprego do sinal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Apresentamos os resultados de uma pesquisa em que se buscou verificar a abordagem das Gramáticas Normativas sobre o emprego da vírgula nas frases em português. A pesquisa faz parte de um projeto maior, realizado por integrantes do Protexto - UFC/Fortaleza, que buscou investigar como vários outros fenômenos linguísticos são abordados pelas GN. O corpus desta constitui-se de cinco GN e um livro especializado no assunto do emprego do sinal de pontuação em foco. Para a coleta dos dados, realizou-se uma leitura do que cada autor diz sobre os casos em que o sinal deve ou não ser utilizado e, por meio de um método comparativo, procurou-se destacar as semelhanças e as diferenças entre as regras apresentadas nas obras. Os resultados apontam as muitas divergências no tratamento do assunto, tais como as contradições, em um mesmo compêndio, entre as regras que, para o mesmo ambiente sintático, ora afirmam o emprego do sinal, ora o negam; a ausência de regras, em uma das obras, que prescrevam os casos onde o sinal não deve ser utilizado; regras apresentadas em uma obra e ausentes em outras; vagueza na exposição das regras, não recompensada pelos exemplos dados, entre outras.
Autores principais:Carneiro, Leandro Vidal
Assunto:vírgula regras gramática normativa.
Ano:2015
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Apresentamos os resultados de uma pesquisa em que se buscou verificar a abordagem das Gramáticas Normativas sobre o emprego da vírgula nas frases em português. A pesquisa faz parte de um projeto maior, realizado por integrantes do Protexto - UFC/Fortaleza, que buscou investigar como vários outros fenômenos linguísticos são abordados pelas GN. O corpus desta constitui-se de cinco GN e um livro especializado no assunto do emprego do sinal de pontuação em foco. Para a coleta dos dados, realizou-se uma leitura do que cada autor diz sobre os casos em que o sinal deve ou não ser utilizado e, por meio de um método comparativo, procurou-se destacar as semelhanças e as diferenças entre as regras apresentadas nas obras. Os resultados apontam as muitas divergências no tratamento do assunto, tais como as contradições, em um mesmo compêndio, entre as regras que, para o mesmo ambiente sintático, ora afirmam o emprego do sinal, ora o negam; a ausência de regras, em uma das obras, que prescrevam os casos onde o sinal não deve ser utilizado; regras apresentadas em uma obra e ausentes em outras; vagueza na exposição das regras, não recompensada pelos exemplos dados, entre outras.

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