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Tratamento endovascular de fístula aortocaval pós-traumática tardia: relato de caso

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Summary:As fístulas aortocavais são entidades raras e de etiologia variada. Uma minoria é consequente a eventos pós-traumáticos. As manifestações clínicas, nesses casos, podem ser agudas ou tardias. As tardias manifestam-se dias, semanas ou anos após o trauma, principalmente como quadro de insuficiência cardíaca congestiva. O tratamento de tais fístulas pode ser realizado através do reparo direto por cirurgia aberta ou através da abordagem endovascular. Relatamos o caso de um paciente do sexo masculino, de 53 anos que apresentou, 27 anos após um ferimento por arma branca abdominal, sinais importantes de insuficiência cardíaca congestiva, manifestada como palpitações e dispneia, fibrilação atrial paroxística, além de pressão arterial divergente e sopro em epigástrio. A angiotomografia confirmou o diagnóstico de fístula aortocaval e procedeu-se ao tratamento endovascular para o selamento da fístula. O paciente, segundo acompanhamento após três meses, apresentou evolução satisfatória, com melhora significante do quadro e controle adequado da insuficiência cardíaca congestiva.
Main Authors:Cavalcante,Leonardo Pessoa
Other Authors:Bernardes,Marcos Velludo; Rocha,Ricardo Dias da; Parisati,Marcos Henrique; Alfaia,Juliana Lopes; Souza,José Emerson dos Santos; Lacerda,Patrícia de Souza; Pereira,Raquel Magalhães
Subject:trauma vascular fístula arteriovenosa aorta abdominal veia cava inferior insuficiência cardíaca
Year:2013
Country:Brazil
Document type:article
Access type:open access
Associated institution:IBICT
Language:Portuguese
Origin:Oasisbr
Description
Summary:As fístulas aortocavais são entidades raras e de etiologia variada. Uma minoria é consequente a eventos pós-traumáticos. As manifestações clínicas, nesses casos, podem ser agudas ou tardias. As tardias manifestam-se dias, semanas ou anos após o trauma, principalmente como quadro de insuficiência cardíaca congestiva. O tratamento de tais fístulas pode ser realizado através do reparo direto por cirurgia aberta ou através da abordagem endovascular. Relatamos o caso de um paciente do sexo masculino, de 53 anos que apresentou, 27 anos após um ferimento por arma branca abdominal, sinais importantes de insuficiência cardíaca congestiva, manifestada como palpitações e dispneia, fibrilação atrial paroxística, além de pressão arterial divergente e sopro em epigástrio. A angiotomografia confirmou o diagnóstico de fístula aortocaval e procedeu-se ao tratamento endovascular para o selamento da fístula. O paciente, segundo acompanhamento após três meses, apresentou evolução satisfatória, com melhora significante do quadro e controle adequado da insuficiência cardíaca congestiva.

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