Publicação
Análises visual e volumétrica por ressonância magnética das formações hipocampais em um grupo de pacientes com diagnóstico clínico de epilepsia do lobo temporal
| Resumo: | Visando comparar a sensibilidade da avaliação volumétrica com a análise visual na avaliação por ressonância magnética (RM) das formações hipocampais de pacientes com epilepsia do lobo temporal refratária e candidatos à lobectomia temporal, estudamos 153 casos com diagnóstico clínico de epilepsia do lobo temporal, utilizando um equipamento de 0,5 Tesla, com técnica de inversion-recovery ponderada em T1, com cortes de 5 mm no plano coronal. Houve boa concordância entre a análise visual prospectiva e outra retrospectiva, realizada por dois observadores independentes (C=0,748 e 0,720). Houve também concordância entre a análise retrospectiva dos dois observadores (C=0,733). Houve ainda concordância genuína (C=0,788) entre os resultados das análises quantitativa e qualitativa realizadas prospectivamente. A análise quantitativa demonstrou uma tendência não-significativa a lateralizar mais casos de atrofia hipocampal presumida clinicamente. Nossos resultados confirmam a confiabilidade da análise visual qualitativa e indicam a utilidade da volumetria hipocampal como uma medida suplementar, objetiva e quantitativa, de esclerose hipocampal. |
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| Autores principais: | ROGACHESKI,ÊNIO |
| Outros Autores: | MAZER,SÉRGIO; RODRIGUES,DIRCEU; BITTENCOURT,PAULO ROGÉRIO MUDROWICH DE |
| Assunto: | epilepsia do lobo temporal ressonância magnética hipocampo |
| Ano: | 1998 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Visando comparar a sensibilidade da avaliação volumétrica com a análise visual na avaliação por ressonância magnética (RM) das formações hipocampais de pacientes com epilepsia do lobo temporal refratária e candidatos à lobectomia temporal, estudamos 153 casos com diagnóstico clínico de epilepsia do lobo temporal, utilizando um equipamento de 0,5 Tesla, com técnica de inversion-recovery ponderada em T1, com cortes de 5 mm no plano coronal. Houve boa concordância entre a análise visual prospectiva e outra retrospectiva, realizada por dois observadores independentes (C=0,748 e 0,720). Houve também concordância entre a análise retrospectiva dos dois observadores (C=0,733). Houve ainda concordância genuína (C=0,788) entre os resultados das análises quantitativa e qualitativa realizadas prospectivamente. A análise quantitativa demonstrou uma tendência não-significativa a lateralizar mais casos de atrofia hipocampal presumida clinicamente. Nossos resultados confirmam a confiabilidade da análise visual qualitativa e indicam a utilidade da volumetria hipocampal como uma medida suplementar, objetiva e quantitativa, de esclerose hipocampal. |
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Atividades financiadas
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