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Association between religiosity and happiness in patients with chronic kidney disease on hemodialysis

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Resumo:Objetivos: Religiosidade/espiritualidade (R/E) parecem ser fatores relevantes na adaptação a doenças crônicas, mas faltam estudos nessa área envolvendo pacientes com doença renal crônica (DRC). O presente estudo teve como objetivo investigar a associação entre R/E e felicidade em pacientes com DRC em hemodiálise e se o senso de coerência (SC) faz a mediação dessa possível associação. Métodos: Estudo transversal realizado em dois centros de terapia renal substitutiva no Brasil com 161 adultos em hemodiálise. Regressões lineares foram utilizadas para avaliar a associação entre R/E (variável preditora medida pelo Índice de Religiosidade de Duke - DUREL) e felicidade (variável de desfecho), ajustadas para variáveis sociodemográficas, clínicas e algumas variáveis laboratoriais. Posteriormente, o SC foi acrescentado ao modelo para testar seu possível efeito mediador. Resultados: A maioria dos pacientes (91,20%) relatou alguma afiliação religiosa. Religiosidade Privada (RP) (β = 0,53; IC 95% = 0,01 a 1,06) e Religiosidade Intrínseca (RI) (β = 0,48; IC 95% = 0,18 a 0,79) e SC (β = 0,11; IC 95% = -0,09 a 0,15) foram correlacionadas a níveis mais elevados de felicidade após controle para variáveis clínicas e sociodemográficas. Quando SC foi incluído no modelo, IR (β = 0.34; 95% IC = 0.07 a 0.60) and SC (β = 0.11; 95% IC = 0.08 a 0.14) continuaram se correlacionando significativamente com felicidade. Nenhuma variável clínica ou sociodemográfica apresentou correlação com felicidade. Conclusões: Os pacientes em hemodiálise apresentaram altos níveis de R/E, que por sua vez foi correlacionada com elevados níveis de felicidade. As variáveis clínicas e sociodemográficas não exibiram correlação com a felicidade dos pacientes. Variáveis psicossociais como R/E e SC são possíveis alvos para intervenções destinadas a promover a melhora da qualidade de sobrevida dos pacientes com DRC.
Autores principais:Siqueira, Janaína
Outros Autores:Fernandes, Natália Maria; Moreira-Almeida, Alexander
Assunto:- Insuficiência renal crônica Falência renal crônica Diálise renal Religião Espiritualidade Qualidade de vida Renal insufficiency Chronic Kidney failure Chronic Renal dialysis Religion Spirituality Quality of life
Ano:2020
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:inglês
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Objetivos: Religiosidade/espiritualidade (R/E) parecem ser fatores relevantes na adaptação a doenças crônicas, mas faltam estudos nessa área envolvendo pacientes com doença renal crônica (DRC). O presente estudo teve como objetivo investigar a associação entre R/E e felicidade em pacientes com DRC em hemodiálise e se o senso de coerência (SC) faz a mediação dessa possível associação. Métodos: Estudo transversal realizado em dois centros de terapia renal substitutiva no Brasil com 161 adultos em hemodiálise. Regressões lineares foram utilizadas para avaliar a associação entre R/E (variável preditora medida pelo Índice de Religiosidade de Duke - DUREL) e felicidade (variável de desfecho), ajustadas para variáveis sociodemográficas, clínicas e algumas variáveis laboratoriais. Posteriormente, o SC foi acrescentado ao modelo para testar seu possível efeito mediador. Resultados: A maioria dos pacientes (91,20%) relatou alguma afiliação religiosa. Religiosidade Privada (RP) (β = 0,53; IC 95% = 0,01 a 1,06) e Religiosidade Intrínseca (RI) (β = 0,48; IC 95% = 0,18 a 0,79) e SC (β = 0,11; IC 95% = -0,09 a 0,15) foram correlacionadas a níveis mais elevados de felicidade após controle para variáveis clínicas e sociodemográficas. Quando SC foi incluído no modelo, IR (β = 0.34; 95% IC = 0.07 a 0.60) and SC (β = 0.11; 95% IC = 0.08 a 0.14) continuaram se correlacionando significativamente com felicidade. Nenhuma variável clínica ou sociodemográfica apresentou correlação com felicidade. Conclusões: Os pacientes em hemodiálise apresentaram altos níveis de R/E, que por sua vez foi correlacionada com elevados níveis de felicidade. As variáveis clínicas e sociodemográficas não exibiram correlação com a felicidade dos pacientes. Variáveis psicossociais como R/E e SC são possíveis alvos para intervenções destinadas a promover a melhora da qualidade de sobrevida dos pacientes com DRC.

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