Publicação
A agência das mulheres na Guiné do Cabo Verde entre o fim do século XVI e o início do XVII no contexto de hibridismo cultural
| Resumo: | Esta pesquisa trata sobre a agência das mulheres dentro do contexto dos encontros afroatlânticos na região da Guiné do Cabo Verde, mostrando como se processou a formação de uma sociedade que tem como característica o hibridismo cultural, na passagem do século XVI para o XVII. As fontes utilizadas foram o “Tratado Breve dos Rios de Guiné do Cabo-Verde”, escrito pelo Capitão e Prático da Guiné André Álvares D’Almada, em 1594 e a documentação administrativa do Império Português na África que compõe a “Monumenta Missionária Africana” e a “Portugaliae Monumenta Africana”. A pesquisa tem como argumento que a agência das mulheres se deve às características legadas das sociedades autóctones, ao perceber a permanência de lógicas tradicionais africanas, em específico, a matrilinearidade, dentro de uma sociedade afro-portuguesa, defendendo essa como uma forma de protagonismo africano. |
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| Autores principais: | Scholl, Camille Johann |
| Assunto: | Guiné do Cabo Verde Mulheres Hibridismo cultural Guinea of Cape Verde Women Cultural hybridity |
| Ano: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Esta pesquisa trata sobre a agência das mulheres dentro do contexto dos encontros afroatlânticos na região da Guiné do Cabo Verde, mostrando como se processou a formação de uma sociedade que tem como característica o hibridismo cultural, na passagem do século XVI para o XVII. As fontes utilizadas foram o “Tratado Breve dos Rios de Guiné do Cabo-Verde”, escrito pelo Capitão e Prático da Guiné André Álvares D’Almada, em 1594 e a documentação administrativa do Império Português na África que compõe a “Monumenta Missionária Africana” e a “Portugaliae Monumenta Africana”. A pesquisa tem como argumento que a agência das mulheres se deve às características legadas das sociedades autóctones, ao perceber a permanência de lógicas tradicionais africanas, em específico, a matrilinearidade, dentro de uma sociedade afro-portuguesa, defendendo essa como uma forma de protagonismo africano. |
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