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Cuantificación fisicoquímica en gorro turco [Melocactus zehntneri (Britton & Rose) Luetzelburg - Cactaceae]

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO No Nordeste do Brasil é bastante comum e variado o uso da coroa-de-frade (Melocactus spp.). Assim, o objetivo deste estudo foi realizar diversas análises em cladódios de coroa-de-frade [Melocactus zehntneri (Britton & Rose) Luetzelburg], para que possamos compreender as razões estes usos. Os cladódios foram coletados na cidade de Campina Grande e levados ao Laboratório de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Campina Grande, onde foram feitas as seguintes análises: peso, altura, diâmetro, cor, umidade, acidez, pH, ácido ascórbico, carotenoides, flavonoides e compostos fenólicos, tanto na epiderme quanto no parênquima aquífero. Os resultados mostraram que a epiderme tem uma acidez elevada e mais ácido ascórbico, e um pH mais baixo em comparação com o parênquima aquífero. O conteúdo de carotenoides, flavonoides e compostos fenólicos, foram diferentes nas partes estudadas. A epiderme apresentou sempre maiores quantidades de carotenoides, flavonoides e compostos fenólicos em relação ao parênquima aquífero, nas três plantas estudadas, indicando que a maior parte da defesa da planta acontece neste tecido. Mais estudos são necessários com técnicas mais precisas, para identificar os componentes bioativos desta espécie.
Autores principais:NUNES,E.N.
Outros Autores:LEMOS,D.M.; SILVA,S.F; ROCHA,A.P.T; LUCENA,C.M.; MEIADO,M.V.; LUCENA,R.F.P.
Assunto:Cactaceae Parênquima aquífero Compostos fenólico
Ano:2016
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:espanhol
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:RESUMO No Nordeste do Brasil é bastante comum e variado o uso da coroa-de-frade (Melocactus spp.). Assim, o objetivo deste estudo foi realizar diversas análises em cladódios de coroa-de-frade [Melocactus zehntneri (Britton & Rose) Luetzelburg], para que possamos compreender as razões estes usos. Os cladódios foram coletados na cidade de Campina Grande e levados ao Laboratório de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Campina Grande, onde foram feitas as seguintes análises: peso, altura, diâmetro, cor, umidade, acidez, pH, ácido ascórbico, carotenoides, flavonoides e compostos fenólicos, tanto na epiderme quanto no parênquima aquífero. Os resultados mostraram que a epiderme tem uma acidez elevada e mais ácido ascórbico, e um pH mais baixo em comparação com o parênquima aquífero. O conteúdo de carotenoides, flavonoides e compostos fenólicos, foram diferentes nas partes estudadas. A epiderme apresentou sempre maiores quantidades de carotenoides, flavonoides e compostos fenólicos em relação ao parênquima aquífero, nas três plantas estudadas, indicando que a maior parte da defesa da planta acontece neste tecido. Mais estudos são necessários com técnicas mais precisas, para identificar os componentes bioativos desta espécie.

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