Publicação
O fio vermelho da transformação: entre Marx e Spinoza Rio de Janeiro 2015
| Resumo: | Nas últimas décadas, a relação entre Spinoza e Marx foi retomada por autores tais como Louis Althusser, Antonio Negri e Maximilien Rubel. Todavia, se bem que seja possível estabelecer uma relação entre ambos no nível das afinidades teóricas, ainda carecemos de uma análise a respeito do modo como semelhantes afinidades se articulam com os usos e as referências de Marx a Spinoza. Tampouco sabemos até o presente momento de que modo estas referências feitas por Marx a Spinoza se articulam com os objetivos que sua militância filosófica e política lhe impunha nos diferentes períodos da sua vida. O presente estudo visa, portanto, a percorrer as primeiras obras de Marx de modo a identificar a presença de Spinoza e, simultaneamente, demonstrar a quais propósitos esta presença estava subordinada. Paralelamente, e igualmente importante, trata-se de demonstrar que, embora tais usos demonstrem de que modo Marx se distanciou de Spinoza, eles revelam, contudo, que, neste distanciamento, Marx acabou por, inadvertidamente, reencontrar, não tanto Spinoza, mas o spinozismo. |
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| Autores principais: | Ribeiro, Bernardo Bianchi Barata |
| Assunto: | Philosophie politique Emancipation Révolution Transformation Influence historiographique Affinités théoriques Démocratie Religion Liberté d'expression Matérialisme Humanisme Spinozisme Filosofia política Emancipação Revolução Transformação Influência historiográfica Afinidades teóricas Democracia Religião Liberdade de expressão Materialismo Humanismo Spinozismo CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA |
| Ano: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | tese de doutoramento |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Nas últimas décadas, a relação entre Spinoza e Marx foi retomada por autores tais como Louis Althusser, Antonio Negri e Maximilien Rubel. Todavia, se bem que seja possível estabelecer uma relação entre ambos no nível das afinidades teóricas, ainda carecemos de uma análise a respeito do modo como semelhantes afinidades se articulam com os usos e as referências de Marx a Spinoza. Tampouco sabemos até o presente momento de que modo estas referências feitas por Marx a Spinoza se articulam com os objetivos que sua militância filosófica e política lhe impunha nos diferentes períodos da sua vida. O presente estudo visa, portanto, a percorrer as primeiras obras de Marx de modo a identificar a presença de Spinoza e, simultaneamente, demonstrar a quais propósitos esta presença estava subordinada. Paralelamente, e igualmente importante, trata-se de demonstrar que, embora tais usos demonstrem de que modo Marx se distanciou de Spinoza, eles revelam, contudo, que, neste distanciamento, Marx acabou por, inadvertidamente, reencontrar, não tanto Spinoza, mas o spinozismo. |
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