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Da avenida para as galerias: Carnaval de Escolas de Samba e suas exposições no circuito artístico contemporâneo carioca

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A pesquisa trata da inserção da visualidade de desfiles das escolas de samba do carnaval do Rio de Janeiro em espaços institucionais de arte. A partir de três exposições ocorridas entre os anos de 1980 a 2021, a saber: Fernando Pinto e Mocidade de Padre Miguel em 1983 na Galeria César Aché, Rosa Magalhães e Acadêmicos do Salgueiro em 1990 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e Leandro Vieira e a Estação Primeira de Mangueira no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2021, pretende-se compreender quando e de que modo o carnaval se institucionaliza como arte. Na realização de uma análise crítica não só dos objetos de pesquisa, mas da escassez de exemplos de inserções da visualidade carnavalesca no circuito artístico contemporâneo carioca, debruça-se nas mediações, intercâmbios, negociações, conflitos e tensões no diálogo entre carnaval das escolas de samba e os espaços institucionais de arte
Autores principais:Valoura, Thales Gonçalves
Assunto:Carnaval Arte contemporânea Cultura popular Escola de samba Circuito artístico contemporâneo Carnaval – Rio de Janeiro (RJ) Escolas de samba - Rio de Janeiro (RJ) Arte moderna – Séc. XXI - Rio de Janeiro (RJ) Arte moderna – Séc. XXI – Exposições Cultura popular - Rio de Janeiro (RJ) Carnival Contemporary art Popular culture Samba schools Contemporary artistic circuit LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES
Ano:2023
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:A pesquisa trata da inserção da visualidade de desfiles das escolas de samba do carnaval do Rio de Janeiro em espaços institucionais de arte. A partir de três exposições ocorridas entre os anos de 1980 a 2021, a saber: Fernando Pinto e Mocidade de Padre Miguel em 1983 na Galeria César Aché, Rosa Magalhães e Acadêmicos do Salgueiro em 1990 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e Leandro Vieira e a Estação Primeira de Mangueira no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2021, pretende-se compreender quando e de que modo o carnaval se institucionaliza como arte. Na realização de uma análise crítica não só dos objetos de pesquisa, mas da escassez de exemplos de inserções da visualidade carnavalesca no circuito artístico contemporâneo carioca, debruça-se nas mediações, intercâmbios, negociações, conflitos e tensões no diálogo entre carnaval das escolas de samba e os espaços institucionais de arte

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