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A representação da mulher na construção da nação moçambicana em O Alegre Canto da Perdiz

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em O Alegre Canto da Perdiz (2008), o recurso a imagens míticas para tentar explicar o processo de construção da nação é frequente. Aqui, as representações femininas estereotipadas usadas pela autora deixam evidente a perspectiva necessariamente subjetiva quando se trata da construção da nação moçambicana. Para começar, faremos uma reflexão sobre a construção da nação moçambicana a partir do olhar do colonizador. Em seguida, abordaremos a questão da perpetuação da herança colonialista. Para conduzir a nossa análise, usaremos os conceitos trazidos por Hooks (2015), Macedo e Amaral (2005), Davis (2016), Barbosa e Secco (2014), e Oyewumi (1997). A nossa análise nos permitirá entender como a autora procura desconstruir as imagens tradicionalmente associadas ao processo de construção da identidade nacional apropriando-se da voz do passado colonial, para nos trazer um olhar renovado, usando uma perspectiva feminina e descolonial.
Autores principais:Champagnat, Pauline
Assunto:literatura moçambicana Paulina Chiziane nação mito alegoria
Ano:2021
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Em O Alegre Canto da Perdiz (2008), o recurso a imagens míticas para tentar explicar o processo de construção da nação é frequente. Aqui, as representações femininas estereotipadas usadas pela autora deixam evidente a perspectiva necessariamente subjetiva quando se trata da construção da nação moçambicana. Para começar, faremos uma reflexão sobre a construção da nação moçambicana a partir do olhar do colonizador. Em seguida, abordaremos a questão da perpetuação da herança colonialista. Para conduzir a nossa análise, usaremos os conceitos trazidos por Hooks (2015), Macedo e Amaral (2005), Davis (2016), Barbosa e Secco (2014), e Oyewumi (1997). A nossa análise nos permitirá entender como a autora procura desconstruir as imagens tradicionalmente associadas ao processo de construção da identidade nacional apropriando-se da voz do passado colonial, para nos trazer um olhar renovado, usando uma perspectiva feminina e descolonial.

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