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Santiago de Chile de cara a la globalización: ¿otra ciudad?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho propõe-se a identificar e caracterizar a "outra cidade" resultante das transformações que afetaram a área metropolitana de Santiago do Chile em função da assunção, a partir de meados de 1975, de uma nova estratégia macroeconômica, onde tanto uma crescente liberalização econômica, como uma ampla abertura externa, favoreceram a progressiva globalização da economia nacional. Nesse contexto, observa-se como junto a importantes modificações na base econômica metropolitana começou a processar-se na grande Santiago uma radical reestruturação de seu mercado de trabalho e uma maior dispersão territorial das atividades produtivas e da população. Nesse novo cenário, analisa-se como as transformações que afetaram a cidade emergente incidiram na afirmação, de um lado, de uma morfologia social donde persiste a polarização social e a segregação residencial e, de outra, de uma morfologia territorial onde impera a periurbanização e a policentralidade, transformações essas que correspondem às tendências que atualmente se observam nas grandes áreas metropolitanas tanto dos países centrais como das economias emergentes.
Autores principais:Mattos,Carlos A. de
Assunto:globalização informalidade metropolização periurbanização policentrismo segregação residencial
Ano:2002
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:espanhol
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Este trabalho propõe-se a identificar e caracterizar a "outra cidade" resultante das transformações que afetaram a área metropolitana de Santiago do Chile em função da assunção, a partir de meados de 1975, de uma nova estratégia macroeconômica, onde tanto uma crescente liberalização econômica, como uma ampla abertura externa, favoreceram a progressiva globalização da economia nacional. Nesse contexto, observa-se como junto a importantes modificações na base econômica metropolitana começou a processar-se na grande Santiago uma radical reestruturação de seu mercado de trabalho e uma maior dispersão territorial das atividades produtivas e da população. Nesse novo cenário, analisa-se como as transformações que afetaram a cidade emergente incidiram na afirmação, de um lado, de uma morfologia social donde persiste a polarização social e a segregação residencial e, de outra, de uma morfologia territorial onde impera a periurbanização e a policentralidade, transformações essas que correspondem às tendências que atualmente se observam nas grandes áreas metropolitanas tanto dos países centrais como das economias emergentes.

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