Publicação
Gerenciamento do risco legal nas operações militares: assassinatos seletivos por Aeronaves Remotamente Pilotadas estadunidenses no Paquistão
| Resumo: | O objetivo deste trabalho é realizar uma pesquisa exploratória sobre o gerenciamento dos riscos legais na condução de operações de assassinatos seletivos estadunidenses realizadas por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas no Paquistão após os ataques terroristas de 11/09/2001. Para atingir o propósito foi empregada a metodologia de gerenciamento de riscos prevista na ABNT NBR ISO 31000 e a técnica Bow Tie para análise de riscos, apresentada na ABNT NBR ISO/IEC 31010. Fixando-se no risco da contestação legal desse método disruptivo de combate por atores internacionais estatais e não estatais, identificaram-se causas e consequências, bem como medidas de controle, sob a ótica dos Estados Unidos da América, que lhes têm permitido empregar esse método de ataque até os dias atuais sem, contudo, encerrarem o debate sobre o assunto. |
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| Autores principais: | Santos, Eduardo Tavares |
| Assunto: | Aeronaves Remotamente Pilotadas Defesa Nacional Estudos de operações militares |
| Ano: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | O objetivo deste trabalho é realizar uma pesquisa exploratória sobre o gerenciamento dos riscos legais na condução de operações de assassinatos seletivos estadunidenses realizadas por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas no Paquistão após os ataques terroristas de 11/09/2001. Para atingir o propósito foi empregada a metodologia de gerenciamento de riscos prevista na ABNT NBR ISO 31000 e a técnica Bow Tie para análise de riscos, apresentada na ABNT NBR ISO/IEC 31010. Fixando-se no risco da contestação legal desse método disruptivo de combate por atores internacionais estatais e não estatais, identificaram-se causas e consequências, bem como medidas de controle, sob a ótica dos Estados Unidos da América, que lhes têm permitido empregar esse método de ataque até os dias atuais sem, contudo, encerrarem o debate sobre o assunto. |
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