Publicação
O VAIVÉM DAS MEMÓRIAS EM OLHOS D’ÁGUA, DE CONCEIÇÃO EVARISTO
| Resumo: | Este trabalho analisa os rastros da memória, em Olhos D’água (2015), de Conceição Evaristo. A obra apresenta diversas histórias de dor, violência, pobreza, ancestralidade, carregadas de expressividades que expõem o resgate identitário da mulher negra, através da memórias individual e/ou coletiva. Na obra em estudo a memória percorre as exclusões sofridas pelas protagonistas e, ocasionalmente, é praticada também pelos narradores, e de modo particular, é evidenciada a prática de reconhecer o passado. Evaristo, tendo como base a memória, ressignifica a posição dos negros na sociedade brasileira, tentando desconstruir pensamentos estereotipados sobre o negro, reescreve histórias que se compõem na heterogeneidade e diversidade social. Nessa perspectiva, travamos uma discussão sobre memória, através da revisitação a um passado que permanece vivo e presente por meio da oralidade e de uma linguagem poética que permeia toda a obra, por meio de ocorrências cotidianas e peregrinações. |
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| Autores principais: | Silva, Elen Karla Sousa da |
| Outros Autores: | Conte, Daniel |
| Assunto: | Memória. Olhos D’Agua. Conceição Evaristo. |
| Ano: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Este trabalho analisa os rastros da memória, em Olhos D’água (2015), de Conceição Evaristo. A obra apresenta diversas histórias de dor, violência, pobreza, ancestralidade, carregadas de expressividades que expõem o resgate identitário da mulher negra, através da memórias individual e/ou coletiva. Na obra em estudo a memória percorre as exclusões sofridas pelas protagonistas e, ocasionalmente, é praticada também pelos narradores, e de modo particular, é evidenciada a prática de reconhecer o passado. Evaristo, tendo como base a memória, ressignifica a posição dos negros na sociedade brasileira, tentando desconstruir pensamentos estereotipados sobre o negro, reescreve histórias que se compõem na heterogeneidade e diversidade social. Nessa perspectiva, travamos uma discussão sobre memória, através da revisitação a um passado que permanece vivo e presente por meio da oralidade e de uma linguagem poética que permeia toda a obra, por meio de ocorrências cotidianas e peregrinações. |
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