Publicação
O ecossistema mental da língua e a psicolinguística
| Resumo: | O objetivo deste artigo é mostrar que, contrariamente ao que seria de esperar, há muitas afinidades entre a variante brasileira da ecolinguística, a linguística ecossistêmica, e a psicolinguística, pelo menos com algumas de suas tendências e com exceção das gerativistas. Uma dessas tendências é a que foi praticada pela romena Tatiana Slama-Cazacu. As tarefas que ela atribuía à psicolinguística são praticamente as mesmas na linguística ecossistêmica. Entre essas tarefas estão a visão holística da língua, cujo núcleo seria a interação comunicativa, a multidisciplinaridade e muitas outras. Para Slama-Cazacu, a psicolinguística deve ser vista como um elo entre as diversas ciências da linguagem, o que me levou a dizer que ela defendia um psicolinguisticocentrismo. Mas, como se pode ver na coletânea TRAXLER & Gernsbacher (2006), muitas outras correntes psicolinguísticas que trilham uma senda semelhante, inclusive nos países de língua inglesa. |
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| Autores principais: | Silva , Márcio M. G. |
| Assunto: | Linguística ecossistêmica; Ecossistema mental da língua; Psicolinguística; Multidisciplinaridade. |
| Ano: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | O objetivo deste artigo é mostrar que, contrariamente ao que seria de esperar, há muitas afinidades entre a variante brasileira da ecolinguística, a linguística ecossistêmica, e a psicolinguística, pelo menos com algumas de suas tendências e com exceção das gerativistas. Uma dessas tendências é a que foi praticada pela romena Tatiana Slama-Cazacu. As tarefas que ela atribuía à psicolinguística são praticamente as mesmas na linguística ecossistêmica. Entre essas tarefas estão a visão holística da língua, cujo núcleo seria a interação comunicativa, a multidisciplinaridade e muitas outras. Para Slama-Cazacu, a psicolinguística deve ser vista como um elo entre as diversas ciências da linguagem, o que me levou a dizer que ela defendia um psicolinguisticocentrismo. Mas, como se pode ver na coletânea TRAXLER & Gernsbacher (2006), muitas outras correntes psicolinguísticas que trilham uma senda semelhante, inclusive nos países de língua inglesa. |
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