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O gerenciamento para a acessibilidade ambiental de pessoas com mobilidade reduzida: institucionalizando a inclusão em uma escola universitária

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação investiga como procedimentos e ações rotineiras institucionais podem complementar os recursos de acessibilidade ambiental existentes para propiciar a inclusão social na universidade de pessoas com mobilidade reduzida. Estes procedimentos institucionais são aqui definidos como práticas inclusivas. No desenvolvimento da pesquisa foram realizados três estudos de caso em escolas universitárias da UFMG. Após a análise das condições de acessibilidade ambiental, verificaram-se problemas em todos os edifícios pesquisados sendo esses mais acentuados na Faculdade de Letras e na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Na Escola de Ciências da Informação, o número e a gravidade de problemas deacessibilidade é menor. Coincidentemente, a atmosfera psicológica para uso e apropriação encontrada para cada um dos locais de estudo confirma a mesma situação relativa à acessibilidade. Em entrevistas com usuários e em painel de discussão, foram testadas a aceitação e aplicabilidade de algumas práticas inclusivas para os problemas deacessibilidade encontrados. Como resultado evidenciou-se que práticasinclusivas são poucas e desconhecidas, mas tem eficácia na medida em que possivelmente melhoram o desempenho funcional e social das pessoas, aumentando a igualdade de oportunidades no uso do ambiente escolar de forma imediata. Contudo, as práticas inclusivas não se desenvolvem em função das pessoas as entenderem apenas como temporárias e deficitárias em relação a soluções consolidadas de intervenção física para acessibilidade. Os participantes assinalam as práticas inclusivas como importante fator educacional de formação de consciência e de atitude positiva frente aos problemas sistêmicos de mobilidade reduzida.
Autores principais:Angelica Fatima Baldin Picceli
Assunto:Práticas de inclusão Escolas universitárias Inclusão social Design inclusivo Acessibilidade ambiental Acesso livre aos estudantes deficientes (Arquitetura) Integração social Universidades e faculdades Edifícios Arquitetura e deficientes Deficientes Orientação e mobilidade Universidade Federal de Minas Gerais Edifícios
Ano:2019
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Esta dissertação investiga como procedimentos e ações rotineiras institucionais podem complementar os recursos de acessibilidade ambiental existentes para propiciar a inclusão social na universidade de pessoas com mobilidade reduzida. Estes procedimentos institucionais são aqui definidos como práticas inclusivas. No desenvolvimento da pesquisa foram realizados três estudos de caso em escolas universitárias da UFMG. Após a análise das condições de acessibilidade ambiental, verificaram-se problemas em todos os edifícios pesquisados sendo esses mais acentuados na Faculdade de Letras e na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Na Escola de Ciências da Informação, o número e a gravidade de problemas deacessibilidade é menor. Coincidentemente, a atmosfera psicológica para uso e apropriação encontrada para cada um dos locais de estudo confirma a mesma situação relativa à acessibilidade. Em entrevistas com usuários e em painel de discussão, foram testadas a aceitação e aplicabilidade de algumas práticas inclusivas para os problemas deacessibilidade encontrados. Como resultado evidenciou-se que práticasinclusivas são poucas e desconhecidas, mas tem eficácia na medida em que possivelmente melhoram o desempenho funcional e social das pessoas, aumentando a igualdade de oportunidades no uso do ambiente escolar de forma imediata. Contudo, as práticas inclusivas não se desenvolvem em função das pessoas as entenderem apenas como temporárias e deficitárias em relação a soluções consolidadas de intervenção física para acessibilidade. Os participantes assinalam as práticas inclusivas como importante fator educacional de formação de consciência e de atitude positiva frente aos problemas sistêmicos de mobilidade reduzida.

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