Publicação
CLIENTELISMO POLÍTICO
| Resumo: | Entende-se pelo termo clientelismo político, a utilização de órgãos públicos com a finalidade de prestação de favores, em detrimento da grande maioria da população, tendo como objetivo amarrar politicamente, à custa de votos ou dinheiro, o beneficiado. É pratica comum na política Brasileira desde o século XIX, apresentando-se como uma porta da corrupção política, das irregularidades e do uso da "máquina administrativa" com finalidades perversas e os prejudicados são a maioria dos cidadãos e cidadãs que cumprem com seus deveres. No contexto atual, é importante reconsiderar esse conceito, sugerindo-se sistemas de intermediação de interesse entre a sociedade e gestores públicos que possam ser provenientes de processos que conjuguem cooptação e representação provenientes de ambas as partes, objetivando que modernos arranjos político-institucionais, assim como novas formas de participação política, convivem com formas igualmente novas de clientelismo político, desvinculando-o, assim, da caracterização comum enquanto forma tradicional de dominação política. |
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| Autores principais: | Lima, Patrícia de Oliveira |
| Outros Autores: | Lima, Renata Nayhara; Duarte, Labib Santos; de Souza, Andréa Zilá Barroso; Costa, Ludmila Bélliche Alves |
| Ano: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Entende-se pelo termo clientelismo político, a utilização de órgãos públicos com a finalidade de prestação de favores, em detrimento da grande maioria da população, tendo como objetivo amarrar politicamente, à custa de votos ou dinheiro, o beneficiado. É pratica comum na política Brasileira desde o século XIX, apresentando-se como uma porta da corrupção política, das irregularidades e do uso da "máquina administrativa" com finalidades perversas e os prejudicados são a maioria dos cidadãos e cidadãs que cumprem com seus deveres. No contexto atual, é importante reconsiderar esse conceito, sugerindo-se sistemas de intermediação de interesse entre a sociedade e gestores públicos que possam ser provenientes de processos que conjuguem cooptação e representação provenientes de ambas as partes, objetivando que modernos arranjos político-institucionais, assim como novas formas de participação política, convivem com formas igualmente novas de clientelismo político, desvinculando-o, assim, da caracterização comum enquanto forma tradicional de dominação política. |
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