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Impacto da Percepção de Suporte Organizacional e Capital Psicológico no Bem-Estar no Trabalho

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Resumo:Resumo Este estudo teve por objetivo testar um modelo no qual o bem-estar no trabalho (BET) é explicado pela percepção de suporte organizacional e capital psicológico. Trata-se de estudo quantitativo, corte transversal e correlacional, no qual a amostra foi composta por 227 trabalhadores, sendo a maioria do sexo feminino (57,7%), na faixa etária de 29 anos e com prevalência de curso superior incompleto e completo representando 65,2% dos participantes. A maioria atua na iniciativa privada (68,3%) e não ocupa cargo de chefia. Foram utilizados instrumentos fidedignos e com índicio de validade relativos aos construtos investigados. Para análise de dados, utilizaram-se estatística descritiva, testes de comparação de médias (Teste t e ANOVA) e análise de regressão múltipla (método padrão). Entre os resultados, identificou-se que otimismo, autoeficácia/esperança (capital psicológico) e a percepção de suporte organizacional são variáveis explicativas das vivências de BET. Portanto o modelo não foi confirmado na íntegra, pois resiliência não apresentou relações significativas com bem-estar. Além disso, somente otimismo revelou poder explicativo sobre afetos positivos, afetos negativos e realização (dimensões de BET). Destaca-se que capital psicológico demonstrou maior peso na predição de BET que percepção de suporte organizacional, exceto no caso de afeto negativo. Os resultados indicam que tanto variáveis individuais quanto variáveis contextuais são importantes para explicar a prevalência de BET.
Autores principais:Nogueira,Ana Paula Silva
Outros Autores:Oliveira,Áurea de Fátima
Assunto:Bem-Estar no Trabalho Percepção de Suporte Organizacional Capital Psicológico
Ano:2022
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Resumo Este estudo teve por objetivo testar um modelo no qual o bem-estar no trabalho (BET) é explicado pela percepção de suporte organizacional e capital psicológico. Trata-se de estudo quantitativo, corte transversal e correlacional, no qual a amostra foi composta por 227 trabalhadores, sendo a maioria do sexo feminino (57,7%), na faixa etária de 29 anos e com prevalência de curso superior incompleto e completo representando 65,2% dos participantes. A maioria atua na iniciativa privada (68,3%) e não ocupa cargo de chefia. Foram utilizados instrumentos fidedignos e com índicio de validade relativos aos construtos investigados. Para análise de dados, utilizaram-se estatística descritiva, testes de comparação de médias (Teste t e ANOVA) e análise de regressão múltipla (método padrão). Entre os resultados, identificou-se que otimismo, autoeficácia/esperança (capital psicológico) e a percepção de suporte organizacional são variáveis explicativas das vivências de BET. Portanto o modelo não foi confirmado na íntegra, pois resiliência não apresentou relações significativas com bem-estar. Além disso, somente otimismo revelou poder explicativo sobre afetos positivos, afetos negativos e realização (dimensões de BET). Destaca-se que capital psicológico demonstrou maior peso na predição de BET que percepção de suporte organizacional, exceto no caso de afeto negativo. Os resultados indicam que tanto variáveis individuais quanto variáveis contextuais são importantes para explicar a prevalência de BET.

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