Publicação
O conceito aristotélico de phantasia deliberativa no livro III do De anima
| Resumo: | Esta dissertação investiga a noção de phantasía ao longo do livro III do De anima, que consiste em uma explicitação da natureza exata do papel adquirido pela phantasía, utilizando-se das interpretações de Aristóteles que propõe explicar sua diferença em relação às demais capacidades de conhecimento e como essa noção intervém no movimento dos animais e na ação humana. A análise dos princípios que parecem ser responsáveis pelo movimento, como desejo e/ou intelecto, ressalta certas soluções adotadas no tratado que levam a algumas dificuldades e problemas relacionados com a phantasía deliberativa, uma vez que se pode reconhecer que o princípio único do movimento local é a capacidade desiderativa e que esta, por sua vez, não opera sem a phantasía. As distinções oriundas dos momentos anteriores se organizam num objetivo central que norteia toda a pesquisa, a saber: a explicitação da exata atividade da phantasía deliberativa na motivação humana e a discussão sobre seu possível caráter deliberativo. Além disso, discute-se o papel da phantasía no livro III do De Anima: seria ela substitutiva ou apenas representativa do intelecto prático? |
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| Autores principais: | Viviane Dutra Gramigna |
| Assunto: | Aristóteles De Anima Phantasía Filosofia antiga Percepção (Filosofia) Filosofia Desejo (Filosofia) Aristóteles De anima |
| Ano: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Esta dissertação investiga a noção de phantasía ao longo do livro III do De anima, que consiste em uma explicitação da natureza exata do papel adquirido pela phantasía, utilizando-se das interpretações de Aristóteles que propõe explicar sua diferença em relação às demais capacidades de conhecimento e como essa noção intervém no movimento dos animais e na ação humana. A análise dos princípios que parecem ser responsáveis pelo movimento, como desejo e/ou intelecto, ressalta certas soluções adotadas no tratado que levam a algumas dificuldades e problemas relacionados com a phantasía deliberativa, uma vez que se pode reconhecer que o princípio único do movimento local é a capacidade desiderativa e que esta, por sua vez, não opera sem a phantasía. As distinções oriundas dos momentos anteriores se organizam num objetivo central que norteia toda a pesquisa, a saber: a explicitação da exata atividade da phantasía deliberativa na motivação humana e a discussão sobre seu possível caráter deliberativo. Além disso, discute-se o papel da phantasía no livro III do De Anima: seria ela substitutiva ou apenas representativa do intelecto prático? |
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