Publicação
Novas e velhas abordagens da teoria da escolha e da utilidade
| Resumo: | At? pouco tempo havia apenas um posicionamento frente o dilema da escolha envolvendo o risco, que era baseado no processo do indiv?duo racional. Atualmente, com novas t?cnicas de compreens?o do risco e principalmente do complexo instituto da incerteza, j? ? poss?vel de se delimitar o que leva as pessoas a decidirem e a se equivocarem em alguns processos de decis?o. Neste trabalho apresentaremos um pequeno resumo hist?rico dos processos, visando certa linha de pensamento, no que tange aos mecanismos de escolha, e sucessivamente vem sendo aprimorado com a interpreta??o de fen?menos que antecipadamente, n?o eram considerados relevantes o que neste caso se refere a Teoria da Perspectiva (Prospect Theory), de Daniel Kahnemann e Amos Tversky. Em vista desta teoria, uma das principais refer?ncias ao estudo dos mecanismos de risco e incerteza ? a re-interpreta??o da medida. A exist?ncia de um hiato entre as duas teorias estudadas, EU Utilidade Esperada e NEU Utilidade N?o Esperada, certifica o quando para o fen?meno da escolha, a possibilidade antecipada de defini??o do risco ? importante. Na EU as escolhas envolvem um tra?ado axiom?tico Neocl?ssico consistente com a concep??o filos?fica de risco. Para a NEU, e necessariamente para a Teoria da Perspectiva, o processo de escolha ocorre principalmente no que se delimita por Heur?sticas de Decis?o. Ambas as teorias v?em o ser humano por dois enfoques bastante claros. A primeira, EU, percebe o ato humano como caracter?stica de um conjunto l?gico de procedimentos. N?o havendo obedi?ncia a estes atributos, n?o haveria a constitui??o de um projeto de felicidade, de bem estar como subjetivos da escolha racional. Para a NEU o indiv?duo ? visto como um agregado, onde a soma de componentes assess?rios subjetivos, n?o necessariamente necessita representar a m?xima felicidade, na Teoria EU, mas que demonstrem as verdadeiras faces daquilo que representa a Utilidade, a escolha e seu risco inerente. Em nosso trabalho ainda incorremos na t?nue rela??o entre risco e incerteza. Estas rela??es s?o apresentadas como diferen?as controversas em cada uma das Teorias analisadas, e principalmente, como elas interferem nos mecanismos de constru??o da Teoria da Perspectiva. |
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| Autores principais: | Wagner, Sergio Artur Luz |
| Assunto: | ECONOMIA ECONOMIA - TEORIAS TEORIA DA UTILIDADE CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA |
| Ano: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | At? pouco tempo havia apenas um posicionamento frente o dilema da escolha envolvendo o risco, que era baseado no processo do indiv?duo racional. Atualmente, com novas t?cnicas de compreens?o do risco e principalmente do complexo instituto da incerteza, j? ? poss?vel de se delimitar o que leva as pessoas a decidirem e a se equivocarem em alguns processos de decis?o. Neste trabalho apresentaremos um pequeno resumo hist?rico dos processos, visando certa linha de pensamento, no que tange aos mecanismos de escolha, e sucessivamente vem sendo aprimorado com a interpreta??o de fen?menos que antecipadamente, n?o eram considerados relevantes o que neste caso se refere a Teoria da Perspectiva (Prospect Theory), de Daniel Kahnemann e Amos Tversky. Em vista desta teoria, uma das principais refer?ncias ao estudo dos mecanismos de risco e incerteza ? a re-interpreta??o da medida. A exist?ncia de um hiato entre as duas teorias estudadas, EU Utilidade Esperada e NEU Utilidade N?o Esperada, certifica o quando para o fen?meno da escolha, a possibilidade antecipada de defini??o do risco ? importante. Na EU as escolhas envolvem um tra?ado axiom?tico Neocl?ssico consistente com a concep??o filos?fica de risco. Para a NEU, e necessariamente para a Teoria da Perspectiva, o processo de escolha ocorre principalmente no que se delimita por Heur?sticas de Decis?o. Ambas as teorias v?em o ser humano por dois enfoques bastante claros. A primeira, EU, percebe o ato humano como caracter?stica de um conjunto l?gico de procedimentos. N?o havendo obedi?ncia a estes atributos, n?o haveria a constitui??o de um projeto de felicidade, de bem estar como subjetivos da escolha racional. Para a NEU o indiv?duo ? visto como um agregado, onde a soma de componentes assess?rios subjetivos, n?o necessariamente necessita representar a m?xima felicidade, na Teoria EU, mas que demonstrem as verdadeiras faces daquilo que representa a Utilidade, a escolha e seu risco inerente. Em nosso trabalho ainda incorremos na t?nue rela??o entre risco e incerteza. Estas rela??es s?o apresentadas como diferen?as controversas em cada uma das Teorias analisadas, e principalmente, como elas interferem nos mecanismos de constru??o da Teoria da Perspectiva. |
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