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Nascentes invisíveis: cartografias geolocalizadas na cidade de Salto

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta pesquisa contextualiza o cartografar territórios como reflexão crítica do invisível na cidade. A partir da investigação teórico-prática do território, os elementos do espaço e suas relações socioculturais, cartografamos a hidrografia da cidade de Salto/SP a partir de suas nascentes, córregos e rios, com o projeto “Nascentes Invisíveis” (2022-). Através de mapas e dados organizados pela Secretária de Meio Ambiente, geolocalizamos as bacias hidrográficas da região em dois mapas distintos. A intenção é trazer para discussão a invisibilidade em que se encontram tanto as nascentes como os dados relacionados as mesmas, com o intuito de provocar uma reflexão crítica sobre o impacto dos modelos de produção/consumo no meio ambiente, que devastam a paisagem do interior paulista. Assumindo que o apagamento em mapas institucionais condiciona histórias a serem esquecidas, fomenta-se a cartografia enquanto exercício metodológico crítico aos modelos hegemônicos.
Autores principais:Piron, João Paulo Ramos
Assunto:Cartografia Cartography Data visualization Maps Mapa Visualização de dados
Ano:2023
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Esta pesquisa contextualiza o cartografar territórios como reflexão crítica do invisível na cidade. A partir da investigação teórico-prática do território, os elementos do espaço e suas relações socioculturais, cartografamos a hidrografia da cidade de Salto/SP a partir de suas nascentes, córregos e rios, com o projeto “Nascentes Invisíveis” (2022-). Através de mapas e dados organizados pela Secretária de Meio Ambiente, geolocalizamos as bacias hidrográficas da região em dois mapas distintos. A intenção é trazer para discussão a invisibilidade em que se encontram tanto as nascentes como os dados relacionados as mesmas, com o intuito de provocar uma reflexão crítica sobre o impacto dos modelos de produção/consumo no meio ambiente, que devastam a paisagem do interior paulista. Assumindo que o apagamento em mapas institucionais condiciona histórias a serem esquecidas, fomenta-se a cartografia enquanto exercício metodológico crítico aos modelos hegemônicos.

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