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A ruptura da moda: a influência das escolas belga e japonesa na moda contemporânea
| Summary: | Este trabalho analisa as rupturas no fenômeno da moda decorrentes da tentativa de se romper seu caráter cíclico. Parte-se da premissa que a moda é uma ciência sistêmica, e como tal, deve ser abordada por uma visão plurilateral, através do agrupamento e correlação de diversos conceitos, para, então, tentar compreende-la e, por conseguinte, desconstruí-la. Para tanto cabe primeiramente entender a moda como fenômeno central da sociedade moderna, levando em consideração a Teoria da Complexidade, do pensador francês Edgar Morin. Assim, tem-se a explanação das origens e pilares desse fenômeno e aponta-se duas características primordiais: a busca pelo novo e a mudança, características próprias da modernidade. Em segundo, propõe-se uma ruptura no caráter cíclico oriundo das características supracitadas, através de movimentos como o Fenômeno Belga e o Fenômeno Japonês, surgidos na década de 80. Essa ruptura dá-se a partir do questionamento de algumas áreas, como arte, design, estética e consumo. A partir da pesquisa bibliográfica e do estudo iconográfico das coleções dos principais designers pertencentes a essas escolas, pode-se materializar esse rompimento e inferir os rumos da moda na sociedade contemporânea. |
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| Main Authors: | Santos, Antonio Carlos Rodrigues dos |
| Subject: | CNPQ::OUTROS::DESENHO DE MODA Moda - Estilo Designers Fashion design Designers |
| Year: | 2020 |
| Country: | Brazil |
| Document type: | bachelor thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | IBICT |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Oasisbr |
| Summary: | Este trabalho analisa as rupturas no fenômeno da moda decorrentes da tentativa de se romper seu caráter cíclico. Parte-se da premissa que a moda é uma ciência sistêmica, e como tal, deve ser abordada por uma visão plurilateral, através do agrupamento e correlação de diversos conceitos, para, então, tentar compreende-la e, por conseguinte, desconstruí-la. Para tanto cabe primeiramente entender a moda como fenômeno central da sociedade moderna, levando em consideração a Teoria da Complexidade, do pensador francês Edgar Morin. Assim, tem-se a explanação das origens e pilares desse fenômeno e aponta-se duas características primordiais: a busca pelo novo e a mudança, características próprias da modernidade. Em segundo, propõe-se uma ruptura no caráter cíclico oriundo das características supracitadas, através de movimentos como o Fenômeno Belga e o Fenômeno Japonês, surgidos na década de 80. Essa ruptura dá-se a partir do questionamento de algumas áreas, como arte, design, estética e consumo. A partir da pesquisa bibliográfica e do estudo iconográfico das coleções dos principais designers pertencentes a essas escolas, pode-se materializar esse rompimento e inferir os rumos da moda na sociedade contemporânea. |
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