Publicação
Comparação entre hidroxiapatita porosa de coral e enxerto ósseo autógeno em coelhos
| Resumo: | A transplantação de osso autógeno continua sendo usada com sucesso, apesar das limitações que apresenta, principalmente no que se refere à morbidade aumentada, operações adicionais e aumento do custo. O objetivo desta pesquisa foi verificar a integração da hidroxiapatita porosa de coral como alternativa biológica, em forma de cerâmica, para substituir o enxerto ósseo autógeno. Foram utilizados 42 coelhos albinos (Nova Zelândia), submetidos a defeito padrão em 84 côndilos femorais, e implantação aleatória, em cada lado, de enxerto ósseo autógeno ou hidroxiapatita porosa. Foram avaliados os aspectos da evolução clínica diária dos animais. Após duas, quatro e doze semanas, grupos de 14 animais foram sacrificados e feita a avaliação radiológica e macroscópica da integração dos enxertos. Peças das regiões operadas foram colhidas para estudo histológico dessa integração. Os resultados macroscópicos mostraram que a integridade óssea, coloração, cicatrização da cortical e mobilidade dos implantes não foram estatisticamente significantes para os dois tipos de enxertos, nos diferentes tempos de observação. A diferença de uma progressiva e melhor integração dos enxertos ocorreu apenas quando se compararam os três tempos de observação, e foi considerada como conseqüência direta da evolução natural do processo cicatricial. Os parâmetros radiológicos de integração seguiram o mesmo padrão dos achados macroscópicos. Os achados microscópicos mostraram que o aparecimento de tecido ósseo maduro é retardado nos enxertos de hidroxiapatita com a ocorrência de cavidades císticas. Concluiu-se que a hidroxiapatita porosa de coral foi um substituto adequado ao enxerto ósseo autógeno em coelhos. |
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| Autores principais: | Figueiredo,Arthur Silveira de |
| Outros Autores: | Fagundes,Djalma José; Novo,Neil Ferreira; Juliano,Yara; Inouye,Celso Massaschi |
| Assunto: | Hidroxiapatita Osso Transplante autógeno Coelho |
| Ano: | 2001 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | A transplantação de osso autógeno continua sendo usada com sucesso, apesar das limitações que apresenta, principalmente no que se refere à morbidade aumentada, operações adicionais e aumento do custo. O objetivo desta pesquisa foi verificar a integração da hidroxiapatita porosa de coral como alternativa biológica, em forma de cerâmica, para substituir o enxerto ósseo autógeno. Foram utilizados 42 coelhos albinos (Nova Zelândia), submetidos a defeito padrão em 84 côndilos femorais, e implantação aleatória, em cada lado, de enxerto ósseo autógeno ou hidroxiapatita porosa. Foram avaliados os aspectos da evolução clínica diária dos animais. Após duas, quatro e doze semanas, grupos de 14 animais foram sacrificados e feita a avaliação radiológica e macroscópica da integração dos enxertos. Peças das regiões operadas foram colhidas para estudo histológico dessa integração. Os resultados macroscópicos mostraram que a integridade óssea, coloração, cicatrização da cortical e mobilidade dos implantes não foram estatisticamente significantes para os dois tipos de enxertos, nos diferentes tempos de observação. A diferença de uma progressiva e melhor integração dos enxertos ocorreu apenas quando se compararam os três tempos de observação, e foi considerada como conseqüência direta da evolução natural do processo cicatricial. Os parâmetros radiológicos de integração seguiram o mesmo padrão dos achados macroscópicos. Os achados microscópicos mostraram que o aparecimento de tecido ósseo maduro é retardado nos enxertos de hidroxiapatita com a ocorrência de cavidades císticas. Concluiu-se que a hidroxiapatita porosa de coral foi um substituto adequado ao enxerto ósseo autógeno em coelhos. |
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