Publicação
Essas castanhas me engordam mas me despertam desejo : escrevendo (com) o rançoso na formação de professores
| Resumo: | O trabalho a seguir fala a partir de uma experiência pessoal como licencianda do curso de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul para então valer-se das multiplicidades de discursos e experiências no mundo das licenciaturas em geral. Composto por fragmentos, trata-se de uma colagem de vários textos heterogêneos, tal qual parece ser o universo discursivo acerca da educação em uma universidade. Em formato de protoverbetes, esse mosaico é visto a partir das noções de Texto e escritura por Roland Barthes, como forma de (re)pensar e amolecer os estereótipos, essas repetições de um discurso que cola, gruda, uma espécie de necrose da linguagem que nos enclausura ao mesmo tempo em que nos seduz, a partir das angústias e dos desejos na experiência da licenciatura. Operando com o rançoso que invade os corpos e a linguagem, em um trabalho com as palavras, este trabalho fala sobre escrita escrevendo: o escrever como fim, intransitividade. Uma metanarrativa de várias vozes e imagens que se misturam tentando disseminar o plural do texto enquanto coexistência de sentidos. Olha a escritura de vários lugares; nas suas potências e seus estereótipos, utilizando-se dos dois para remexer com os discursos que nos rodeiam, e que, de certa forma, determinam o teor das experiências em uma formação de licenciatura. Em última instância, o que este trabalho procura, e de certa forma experimenta, é a possibilidade de irrupção de licenciandos-escritores ao invés de apenas escreventes. |
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| Autores principais: | Saibel, Lorena Mansanari |
| Assunto: | Barthes, Roland, 1915-1980 Licenciatura Escrita Estereótipos Produção textual |
| Ano: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | O trabalho a seguir fala a partir de uma experiência pessoal como licencianda do curso de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul para então valer-se das multiplicidades de discursos e experiências no mundo das licenciaturas em geral. Composto por fragmentos, trata-se de uma colagem de vários textos heterogêneos, tal qual parece ser o universo discursivo acerca da educação em uma universidade. Em formato de protoverbetes, esse mosaico é visto a partir das noções de Texto e escritura por Roland Barthes, como forma de (re)pensar e amolecer os estereótipos, essas repetições de um discurso que cola, gruda, uma espécie de necrose da linguagem que nos enclausura ao mesmo tempo em que nos seduz, a partir das angústias e dos desejos na experiência da licenciatura. Operando com o rançoso que invade os corpos e a linguagem, em um trabalho com as palavras, este trabalho fala sobre escrita escrevendo: o escrever como fim, intransitividade. Uma metanarrativa de várias vozes e imagens que se misturam tentando disseminar o plural do texto enquanto coexistência de sentidos. Olha a escritura de vários lugares; nas suas potências e seus estereótipos, utilizando-se dos dois para remexer com os discursos que nos rodeiam, e que, de certa forma, determinam o teor das experiências em uma formação de licenciatura. Em última instância, o que este trabalho procura, e de certa forma experimenta, é a possibilidade de irrupção de licenciandos-escritores ao invés de apenas escreventes. |
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