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Um padê para Vadinho
| Summary: | Muito além de analisar a obra do escritor Jorge Amado (1912-2001) como sendo capaz de dar um entendimento ao povo, o presente trabalho se propõe a analisar um personagem popular, filho de um Orixá que vive entre nós humanos. É sobre olhar Exu, ver Exu em Vadinho, enxergar o Orixá sambando no carnaval, rindo no dia a dia, gargalhando nas impossibilidades e transformando-as em possibilidades palpáveis e realizáveis, junto com Oxum refletindo dona Flor em seu espelho, acompanhada de Teodoro na calma de Oxalufã, ambos vistos e analisados por gente do povo como os teóricos Luiz Rufino e Antônio Simas no contexto dos hábitos populares e costumes do povo e da noção de povo de rua (Rufino, 2018). Noção esta advinda dos cultos de Umbanda e Candomblé, no qual é o povo da rua quem faz a vida se mover e tudo caminhar, vivendo o lado alegre, alegria esta presente na essência de Vadinho e que permeia o texto do livro Dona Flor e seus dois maridos (1966), obra em análise neste trabalho. |
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| Main Authors: | Barros, Paulo Rodrigo Verçosa |
| Subject: | Jorge Amado Literatura brasileira. Orixás. Povo de rua Carnaval Amado, Jorge, 1912-2001 – Crítica e interpretação Amado, Jorge, 1912-2001. Dona Flor e seus dois maridos Personagens literários Carnaval na literatura Malandros e vadios na literatura Literatura brasileña Gente de la calle LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA |
| Year: | 2022 |
| Country: | Brazil |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | IBICT |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Oasisbr |
| Summary: | Muito além de analisar a obra do escritor Jorge Amado (1912-2001) como sendo capaz de dar um entendimento ao povo, o presente trabalho se propõe a analisar um personagem popular, filho de um Orixá que vive entre nós humanos. É sobre olhar Exu, ver Exu em Vadinho, enxergar o Orixá sambando no carnaval, rindo no dia a dia, gargalhando nas impossibilidades e transformando-as em possibilidades palpáveis e realizáveis, junto com Oxum refletindo dona Flor em seu espelho, acompanhada de Teodoro na calma de Oxalufã, ambos vistos e analisados por gente do povo como os teóricos Luiz Rufino e Antônio Simas no contexto dos hábitos populares e costumes do povo e da noção de povo de rua (Rufino, 2018). Noção esta advinda dos cultos de Umbanda e Candomblé, no qual é o povo da rua quem faz a vida se mover e tudo caminhar, vivendo o lado alegre, alegria esta presente na essência de Vadinho e que permeia o texto do livro Dona Flor e seus dois maridos (1966), obra em análise neste trabalho. |
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