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A didática como diferenciador das diferenças pelas potências dos possíveis

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Ao imantar o positivo, a diferença, os fluxos, os agenciamentos – expressões essas que denotam o que é vivo, a dobra e a redobra, a duração e os signos geradores de potencialidades –, o artigo interroga: como instalar na e pela multiplicidade das coisas vivas para aprender “a repetição como passagem de um estado das diferenças gerais à diferença singular, das diferenças exteriores à diferença interna – em suma, a repetição como o diferenciador da diferença” (Deleuze, 1988, p. 136)? Ao buscar delinear, pelas potências dos possíveis, a didática como diferenciador da diferença, conclui-se que essa didática exerce um duplo papel: 1) mostra o conteúdo da força; e 2) permite as passagens entre virtual e atual, revelando, distintamente, a ontologia da pura diferença.
Autores principais:Vitorino,Artur José Renda
Assunto:didática diferença Deleuze questão dos possíveis. dramatização
Ano:2015
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Ao imantar o positivo, a diferença, os fluxos, os agenciamentos – expressões essas que denotam o que é vivo, a dobra e a redobra, a duração e os signos geradores de potencialidades –, o artigo interroga: como instalar na e pela multiplicidade das coisas vivas para aprender “a repetição como passagem de um estado das diferenças gerais à diferença singular, das diferenças exteriores à diferença interna – em suma, a repetição como o diferenciador da diferença” (Deleuze, 1988, p. 136)? Ao buscar delinear, pelas potências dos possíveis, a didática como diferenciador da diferença, conclui-se que essa didática exerce um duplo papel: 1) mostra o conteúdo da força; e 2) permite as passagens entre virtual e atual, revelando, distintamente, a ontologia da pura diferença.

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