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Ela, a criação: também em Clarice Lispector e Louise Bourgeois

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo aborda o tema da criação nas obras de Clarice Lispector e Louise Bourgeois. As matérias processuais, os gestos compositivos e as figurações do nascimento são algumas variantes desse campo temático. O modo como a experiência criadora figura no corpo das respectivas produções literárias e plásticas levou a pesquisa a se dedicar não apenas ao estudo da parcela mais conhecida das obras mas, também, às suas porções periféricas, como fragmentos, esboços, notas e depoimentos que encenam e problematizam o tema da criação. A filosofia de Gilles Deleuze é a principal linha de articulação conceitual desta abordagem, que se alia, ainda, a um conjunto de outros escritos (poéticos, ensaísticos e críticos) que tratam o tema da criação. A equação I do, I undo, I redo, eu faço, eu desfaço, eu refaço, de Louise Bourgeois, é uma espécie de refrão que conduz a escrita-novelo desta tese.
Autores principais:Julia Gomes Panades
Assunto:experiência da criação obra processo criativo pensamento criador corpo em linha-cria Lispector, Clarice, 1920-1977 Crítica e interpretação Arte e literatura Criação (Literária, artística, etc) Bourgeois, Louise, 1911- Crítica e interpretação
Ano:2019
País:Brasil
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Este estudo aborda o tema da criação nas obras de Clarice Lispector e Louise Bourgeois. As matérias processuais, os gestos compositivos e as figurações do nascimento são algumas variantes desse campo temático. O modo como a experiência criadora figura no corpo das respectivas produções literárias e plásticas levou a pesquisa a se dedicar não apenas ao estudo da parcela mais conhecida das obras mas, também, às suas porções periféricas, como fragmentos, esboços, notas e depoimentos que encenam e problematizam o tema da criação. A filosofia de Gilles Deleuze é a principal linha de articulação conceitual desta abordagem, que se alia, ainda, a um conjunto de outros escritos (poéticos, ensaísticos e críticos) que tratam o tema da criação. A equação I do, I undo, I redo, eu faço, eu desfaço, eu refaço, de Louise Bourgeois, é uma espécie de refrão que conduz a escrita-novelo desta tese.

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