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Entre a conservação (do eu) e a (sua) dispersão : tensões e transcendência em céu em fogo, de Mário de Sá-Carneiro, um exemplar das escritas modernas do eu.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Na obra de Mário de Sá-Carneiro, identifico dois tipos de tensão que me parecem recorrentes, manifestando-se como centrais para a sua poética. O primeiro tipo seria composto pelos movimentos de ascensão e queda; o segundo apresentaria a oposição entre a conservação e a dispersão. Focalizando dois textos de Céu em fogo, ambos marcados pelo jogo ficcional com a escrita diarística, é esta última oposição que procuro aqui explorar, notando algumas de suas nuances e tendo em vista, em particular, a presença da ideia de transcendência, a qual, iluminando um certo trânsito para a alteridade, revelar-se-ia como elemento fundamental do modo como o autor pensa e escreve sobre a própria experiência subjetiva.
Autores principais:Amorim, Bernardo Nascimento de
Assunto:Poéticas da modernidade Subjetividade Alteridade Transcendência Mário de Sá Carneiro
Ano:2016
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Na obra de Mário de Sá-Carneiro, identifico dois tipos de tensão que me parecem recorrentes, manifestando-se como centrais para a sua poética. O primeiro tipo seria composto pelos movimentos de ascensão e queda; o segundo apresentaria a oposição entre a conservação e a dispersão. Focalizando dois textos de Céu em fogo, ambos marcados pelo jogo ficcional com a escrita diarística, é esta última oposição que procuro aqui explorar, notando algumas de suas nuances e tendo em vista, em particular, a presença da ideia de transcendência, a qual, iluminando um certo trânsito para a alteridade, revelar-se-ia como elemento fundamental do modo como o autor pensa e escreve sobre a própria experiência subjetiva.

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