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Professorar perspectivado por entre cartas e conversas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação acontece por entre cartas e diários de campo, sendo as cartas as protagonistas no que diz respeito aos dispositivos de análise e de intervenção de quatro verbos no infinitivo, a saber: pesquisar, escrever, professorar e filosofar. Saltam dessa tarefa os conceitos de vida e de estética da existência que se dão a ver em meio as subjetividades tecidas entre dispositivos que acontecem no plano comum da escola, e precisamente da escola que conhecemos por experiências. Há uma questão que atravessa os eixos de análise e de intervenção: Que escola é essa que conhecemos por experiência? As análises nos mostram que esta escola é aquela, na qual, por meio da invenção de nós mesmos nós encontramos o outro e produzimos nesses encontros uma subjetividade. Questão que convoca pensar que produção de subjetividade pode ser vista nas práticas e invenções dos diferentes sujeitos que constituem o plano da escola, e, ao mesmo tempo, que rompe as barreiras das acomodações instauradas. Esse traçado se desenvolveu por meio da metodologia de pesquisa-intervenção produzida por um modo cartográfico. Por isso, o resultado dessa dissertação é um texto interpolado e interpenetrado que faz emergir a vida que pulsa na escola composta com suas linhas de fuga, que se apresentam como uma possibilidade, um respiro vital no imprescindível exercício do perspectivismo.
Autores principais:Araújo, Adriana Martins de Paula
Assunto:Filosofar Professorar Pesquisar Escrever Cartas Subjetividade Perspectivismo Dispositivo Vida To philophize To search To write Letters Subjectivity Perspectivism Gadget Life CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO
Ano:2023
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Esta dissertação acontece por entre cartas e diários de campo, sendo as cartas as protagonistas no que diz respeito aos dispositivos de análise e de intervenção de quatro verbos no infinitivo, a saber: pesquisar, escrever, professorar e filosofar. Saltam dessa tarefa os conceitos de vida e de estética da existência que se dão a ver em meio as subjetividades tecidas entre dispositivos que acontecem no plano comum da escola, e precisamente da escola que conhecemos por experiências. Há uma questão que atravessa os eixos de análise e de intervenção: Que escola é essa que conhecemos por experiência? As análises nos mostram que esta escola é aquela, na qual, por meio da invenção de nós mesmos nós encontramos o outro e produzimos nesses encontros uma subjetividade. Questão que convoca pensar que produção de subjetividade pode ser vista nas práticas e invenções dos diferentes sujeitos que constituem o plano da escola, e, ao mesmo tempo, que rompe as barreiras das acomodações instauradas. Esse traçado se desenvolveu por meio da metodologia de pesquisa-intervenção produzida por um modo cartográfico. Por isso, o resultado dessa dissertação é um texto interpolado e interpenetrado que faz emergir a vida que pulsa na escola composta com suas linhas de fuga, que se apresentam como uma possibilidade, um respiro vital no imprescindível exercício do perspectivismo.

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