Publicação
Adequação da prática de laboratório de engenharia química de leito fluidizado
| Resumo: | A fluidização pode ser compreendida como a circulação de sólidos juntamente com um fluido, o qual proporciona sua principal propriedade: intensa mistura entre as fases. O entendimento dessa operação unitária é crucial para a formação de engenheiros químicos, por estar cada vez mais presente no mundo industrial e para isso, o estudo de sua teoria e prática fazem parte do currículo obrigatório da engenharia química. A implementação da prática de laboratório nas universidades confere ao estudante uma importante visão do processo, e que por sua vez, faz parte dos encargos do engenheiro. A unidade experimental de leito fluidizado do Laboratório de Engenharia Química 1 apresentava problemas recorrentes como: a abrasão resultante da interação dos materiais sólidos com o leito e o arraste de partículas, que acontecia quando a velocidade era superior à velocidade mínima de fluidização. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi identificar as limitações do aparato experimental, recuperar a prática e configurar um modelo de roteiro ajustável. Inicialmente, foi necessária uma revisão sobre a teoria de fluidização, análise granulométrica, diâmetro de Sauter e classificação de Geldart para a escolha do material particulado e as dimensões características que o leito deveria apresentar. A seguir, foram realizadas quatro adaptações no leito e testes, até que o seu layout final fosse definido. O leito foi totalmente reconstruído, com a substituição do material particulado e fluido de trabalho possibilitando a completa recuperação da prática de laboratório. Verificou-se que o leito se encaixa perfeitamente na teoria de fluidização e um novo modelo de roteiro para a aula prática foi proposto. |
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| Autores principais: | Mosken, Gabriela Mello |
| Assunto: | CNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICA::OPERACOES INDUSTRIAIS E EQUIPAMENTOS PARA ENGENHARIA QUIMICA::OPERACOES DE SEPARACAO E MISTURA Fluidização Leito fluidizado Unidade experimental Roteiro Laboratório |
| Ano: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | A fluidização pode ser compreendida como a circulação de sólidos juntamente com um fluido, o qual proporciona sua principal propriedade: intensa mistura entre as fases. O entendimento dessa operação unitária é crucial para a formação de engenheiros químicos, por estar cada vez mais presente no mundo industrial e para isso, o estudo de sua teoria e prática fazem parte do currículo obrigatório da engenharia química. A implementação da prática de laboratório nas universidades confere ao estudante uma importante visão do processo, e que por sua vez, faz parte dos encargos do engenheiro. A unidade experimental de leito fluidizado do Laboratório de Engenharia Química 1 apresentava problemas recorrentes como: a abrasão resultante da interação dos materiais sólidos com o leito e o arraste de partículas, que acontecia quando a velocidade era superior à velocidade mínima de fluidização. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi identificar as limitações do aparato experimental, recuperar a prática e configurar um modelo de roteiro ajustável. Inicialmente, foi necessária uma revisão sobre a teoria de fluidização, análise granulométrica, diâmetro de Sauter e classificação de Geldart para a escolha do material particulado e as dimensões características que o leito deveria apresentar. A seguir, foram realizadas quatro adaptações no leito e testes, até que o seu layout final fosse definido. O leito foi totalmente reconstruído, com a substituição do material particulado e fluido de trabalho possibilitando a completa recuperação da prática de laboratório. Verificou-se que o leito se encaixa perfeitamente na teoria de fluidização e um novo modelo de roteiro para a aula prática foi proposto. |
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Atividades financiadas
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