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Fratura toracolombar explosão: confiabilidade do método de guerra na análise tomográfica

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Summary:OBJETIVOS: Avaliar as características do fragmento retropulsado nas fraturas explosão da coluna toracolombar, de acordo com dois examinadores independentes no plano sagital da TAC e correlacionar estes achados com a presença de déficit neurológico. MATERIAL E MÉTODOS: Coleta retrospectiva de dados de prontuário e TC em 138 pacientes com fratura toracolombar do tipo explosão internados no nosso serviço entre 1983 e 2004. RESULTADOS: Observamos correlação significante entre dois examinadores independentes (p<0,05) na aferição da rotação e migração do fragmento. Este, caracteristicamente, é triangular, tem uma média de rotação de 20º e se desloca na maioria das vezes no sentido cranial, até oito milímetros. Não foi possível a associação entre a rotação do fragmento e o déficit neurológico neste estudo. CONCLUSÃO: Houve correlação positiva entre os achados de dois pesquisadores independentes, usando o mesmo método de mensuração na casuística estudada. Considerando os grupos de rotação, não foi possível relacionar o grau de rotação do fragmento retropulsado com o déficit neurológico.
Main Authors:Avanzi,Osmar
Other Authors:Meves,Robert; Silber,Maria Fernanda; Correa,Fabricio Luís; Silva,Daniel Caldas Ramos da
Subject:Fraturas da coluna vertebral Tomografia computadorizada por raios X Ferimentos e lesões Vértebras torácicas Vértebras lombares
Year:2009
Country:Brazil
Document type:article
Access type:open access
Associated institution:IBICT
Language:Portuguese
Origin:Oasisbr
Description
Summary:OBJETIVOS: Avaliar as características do fragmento retropulsado nas fraturas explosão da coluna toracolombar, de acordo com dois examinadores independentes no plano sagital da TAC e correlacionar estes achados com a presença de déficit neurológico. MATERIAL E MÉTODOS: Coleta retrospectiva de dados de prontuário e TC em 138 pacientes com fratura toracolombar do tipo explosão internados no nosso serviço entre 1983 e 2004. RESULTADOS: Observamos correlação significante entre dois examinadores independentes (p<0,05) na aferição da rotação e migração do fragmento. Este, caracteristicamente, é triangular, tem uma média de rotação de 20º e se desloca na maioria das vezes no sentido cranial, até oito milímetros. Não foi possível a associação entre a rotação do fragmento e o déficit neurológico neste estudo. CONCLUSÃO: Houve correlação positiva entre os achados de dois pesquisadores independentes, usando o mesmo método de mensuração na casuística estudada. Considerando os grupos de rotação, não foi possível relacionar o grau de rotação do fragmento retropulsado com o déficit neurológico.

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