Publicação
Teoria política da corrupção
| Resumo: | Este trabalho tem o propósito de averiguar o quadro teórico/conceituai da corrupção a partir do viés da teoria política clássica, moderna e contemporânea. O resultado é o estabelecimento de um traço comum a este fenômeno, que perpassa diacronicamente, na evolução histórica da sociedade, as teorias políticas; de que a corrupção é a sobreposição dos interesses privados aos interesses públicos. Contudo,apesar deste traço comum, a história das idéias políticas reservou diferentes dinâmicas para a corrupção, que variam conforme o ponto de vista metodológico adotado e o contexto filosófico geral no qual estas teorias foram produzidas. A partir da montagem deste quadro teórico/conceituai da corrupção, o trabalho apresenta uma critica às teorias contemporâneas mediante a concepção segundo a qual estas teorias abordam a formação e materialização dos interesses públicos na modernidade em contraposição dos interesses privados. A critica aponta que o problema da ordem política na modernidade não deve deixar de lado um viés normativo que informa determinados padrões éticos que definem a corrupção como patologia institucional, apesar de o método ser informado por uma ontologia que vise o estabelecimento deste fenômeno tal como ele realmente é. |
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| Autores principais: | Fernando de Barros Filgueiras |
| Assunto: | Ciência política Corrupção Corrupção na política Ciência política |
| Ano: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Este trabalho tem o propósito de averiguar o quadro teórico/conceituai da corrupção a partir do viés da teoria política clássica, moderna e contemporânea. O resultado é o estabelecimento de um traço comum a este fenômeno, que perpassa diacronicamente, na evolução histórica da sociedade, as teorias políticas; de que a corrupção é a sobreposição dos interesses privados aos interesses públicos. Contudo,apesar deste traço comum, a história das idéias políticas reservou diferentes dinâmicas para a corrupção, que variam conforme o ponto de vista metodológico adotado e o contexto filosófico geral no qual estas teorias foram produzidas. A partir da montagem deste quadro teórico/conceituai da corrupção, o trabalho apresenta uma critica às teorias contemporâneas mediante a concepção segundo a qual estas teorias abordam a formação e materialização dos interesses públicos na modernidade em contraposição dos interesses privados. A critica aponta que o problema da ordem política na modernidade não deve deixar de lado um viés normativo que informa determinados padrões éticos que definem a corrupção como patologia institucional, apesar de o método ser informado por uma ontologia que vise o estabelecimento deste fenômeno tal como ele realmente é. |
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