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“Ninguém solta a mão de ninguém”: uma autoetnografia performática “ingênua” (?), “romântica”(?) e “esperançosa”(?)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Por meio de uma autoetnografia performática, os autores buscam problematizar os limites e as potencialidades do medo na contemporaneidade, propondo caminhos a partir da resistência, da esperança e do amor. Considerando seus movimentos diaspóricos e o encontro com diferentes culturas e épocas, o potencial de proposições dialógicas e de construção de pontes se reflete na interface do corpo com a cultura-sociedade.
Autores principais:Raimondi,Gustavo Antonio
Outros Autores:Moreira,Claudio; Barros,Nelson Filice de
Assunto:autoetnografia performativa corpo diáspora medo esperança
Ano:2021
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Resumo Por meio de uma autoetnografia performática, os autores buscam problematizar os limites e as potencialidades do medo na contemporaneidade, propondo caminhos a partir da resistência, da esperança e do amor. Considerando seus movimentos diaspóricos e o encontro com diferentes culturas e épocas, o potencial de proposições dialógicas e de construção de pontes se reflete na interface do corpo com a cultura-sociedade.

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