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Efeitos na função pulmonar após utilização de surfactante pulmonar exógeno na síndrome do desconforto respiratório agudo na criança

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) é uma lesão pulmonar de causa multifatorial em que o sistema surfactante se apresenta alterado por causa da sua inativação e comprometimento da composição e metabolismo. A utilização do surfactante pulmonar exógeno é uma opção terapêutica que visa manter a estabilidade alveolar, propiciando, dessa forma, a melhora da complacência pulmonar (aumentando a capacidade residual funcional), da oxigenação e da mecânica respiratória. Os autores relatam o estudo realizado com a utilização de uma dose de surfactante pulmonar exógeno em dois pacientes pediátricos com SDRA submetidos a ventilação pulmonar mecânica. Avaliam os pacientes com gasometria arterial e venosa pré e pós-utilização de surfactante, sendo observada melhora na oxigenação, redução do shunt intrapulmonar, melhora da ventilação imediatamente após a instilação da preparação na cânula orotraqueal e retorno à situação pré-administração após 240 minutos, no caso 1, e após 120 minutos, no caso 2. Concluem que ainda são necessários vários estudos clínicos prospectivos e randomizados para avaliar, de forma eficaz, essa modalidade terapêutica na SDRA.
Autores principais:Carvalho,W.B. de
Outros Autores:Mângia,C.M.F.
Assunto:Síndrome do desconforto respiratório agudo Surfactante Lesão pulmonar aguda Criança
Ano:1997
País:Brasil
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:A síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) é uma lesão pulmonar de causa multifatorial em que o sistema surfactante se apresenta alterado por causa da sua inativação e comprometimento da composição e metabolismo. A utilização do surfactante pulmonar exógeno é uma opção terapêutica que visa manter a estabilidade alveolar, propiciando, dessa forma, a melhora da complacência pulmonar (aumentando a capacidade residual funcional), da oxigenação e da mecânica respiratória. Os autores relatam o estudo realizado com a utilização de uma dose de surfactante pulmonar exógeno em dois pacientes pediátricos com SDRA submetidos a ventilação pulmonar mecânica. Avaliam os pacientes com gasometria arterial e venosa pré e pós-utilização de surfactante, sendo observada melhora na oxigenação, redução do shunt intrapulmonar, melhora da ventilação imediatamente após a instilação da preparação na cânula orotraqueal e retorno à situação pré-administração após 240 minutos, no caso 1, e após 120 minutos, no caso 2. Concluem que ainda são necessários vários estudos clínicos prospectivos e randomizados para avaliar, de forma eficaz, essa modalidade terapêutica na SDRA.

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