Publicação
Refugiados e xenofobia na União Europeia à luz da crise da mobilidade sociolaboral
| Resumo: | A União Europeia passa por uma das mais violentas crises humanitárias do mundo – a crise dos refugiados. Este estudo propõe-se a fazer uma análise histórica dialética do seu desenvolvimento, enquanto fenômeno no âmbito internacional, sob a perspectiva da integração comunitária, no pós-Segunda Guerra Mundial. Assim, almeja haurir contradições sobre o paradoxo do desenvolvimento até os dias atuais, tendo a centralidade no trabalho como foco. Além disso, almeja também desocultar o fenômeno moderno da xenofobia à luz das contradições imperialistas e da deterioração democrática na Europa, que se expressa, dentre outros fatores, na crise da mobilidade sociolaboral no século XXI na singularidade da sociabilidade capitalista. Destarte, almeja-se à luz do avanço imperialista, pontuar os meandros da relação entre Estado e organismos de cooperação internacional, haja vista que dentro da sociabilidade capitalista esta temática não encontra um viés de superação, sendo o horizonte para tal, a emancipação humana. |
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| Autores principais: | Pereira, Icaro Taynan Costa da Silva |
| Assunto: | Refugiados União europeia Trabalho Imperialismo Xenofobia Crise da mobilidade sociolaboral |
| Ano: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | A União Europeia passa por uma das mais violentas crises humanitárias do mundo – a crise dos refugiados. Este estudo propõe-se a fazer uma análise histórica dialética do seu desenvolvimento, enquanto fenômeno no âmbito internacional, sob a perspectiva da integração comunitária, no pós-Segunda Guerra Mundial. Assim, almeja haurir contradições sobre o paradoxo do desenvolvimento até os dias atuais, tendo a centralidade no trabalho como foco. Além disso, almeja também desocultar o fenômeno moderno da xenofobia à luz das contradições imperialistas e da deterioração democrática na Europa, que se expressa, dentre outros fatores, na crise da mobilidade sociolaboral no século XXI na singularidade da sociabilidade capitalista. Destarte, almeja-se à luz do avanço imperialista, pontuar os meandros da relação entre Estado e organismos de cooperação internacional, haja vista que dentro da sociabilidade capitalista esta temática não encontra um viés de superação, sendo o horizonte para tal, a emancipação humana. |
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