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Montagem e encenação performativa: pode ser que seja Caio Fernando Abreu

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nesta pesquisa prática-teórica abordo o conceito de teatro performativo de Josette Féral (2008) a partir da criação da encenação “Pode ser que seja...” baseada na obra “Pode ser que seja só o leiteiro lá fora” (1974) do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996). Procuro, portanto, aliar os conceitos propostos pelos autores Jean Baudrillard (1990) e Jean-François Lyotard (2013) a um estudo comparativo sobre procedimentos de criação, tomando por base os encenadores Renato Cohen (2006), Tadeusz Kantor (2008), Antônio Araújo (2011) e Robert Wilson (2011) alicerçados pela discussão proposta por Ferál (2015) a respeito dos limites entre a teoria e a prática no fazer teatral. A fim de discutir a relação entre a prática e a teoria, apresento na introdução desta dissertação, os conceitos que foram trabalhados no processo de criação e desenvolvo esta pesquisa sobre a montagem de uma encenação performativa em capítulo único que se dedica a descrever o processo de criação do “Pode ser que seja...”, articulando a minha voz enquanto encenador com as vozes dos artistas que fizeram parte deste projeto.
Autores principais:Fagundes, Felipe Cabral de Araújo
Assunto:CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES CÊNICAS Encenação performativa Processo de criação Montagem Caio Fernando Abreu
Ano:2017
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Nesta pesquisa prática-teórica abordo o conceito de teatro performativo de Josette Féral (2008) a partir da criação da encenação “Pode ser que seja...” baseada na obra “Pode ser que seja só o leiteiro lá fora” (1974) do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996). Procuro, portanto, aliar os conceitos propostos pelos autores Jean Baudrillard (1990) e Jean-François Lyotard (2013) a um estudo comparativo sobre procedimentos de criação, tomando por base os encenadores Renato Cohen (2006), Tadeusz Kantor (2008), Antônio Araújo (2011) e Robert Wilson (2011) alicerçados pela discussão proposta por Ferál (2015) a respeito dos limites entre a teoria e a prática no fazer teatral. A fim de discutir a relação entre a prática e a teoria, apresento na introdução desta dissertação, os conceitos que foram trabalhados no processo de criação e desenvolvo esta pesquisa sobre a montagem de uma encenação performativa em capítulo único que se dedica a descrever o processo de criação do “Pode ser que seja...”, articulando a minha voz enquanto encenador com as vozes dos artistas que fizeram parte deste projeto.

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