Publicação
Monitoramento de vírus respiratórios na região metropolitana de Belo Horizonte, 2011 a 2013
| Resumo: | Resumo OBJETIVO: analisar a circulação dos vírus respiratórios em residentes na região metropolitana de Belo Horizonte, Brasil, hospitalizados em Belo Horizonte, de 2011 a 2013. MÉTODOS: estudo descritivo de 5.158 indivíduos com síndrome respiratória aguda grave; foram comparadas as características dos casos confirmados com casos descartados ou sem coleta de swab. RESULTADOS: metade dos vírus isolados foi da influenza A, especialmente os subtipos A(H1N1)pdm09 em pessoas de 20-59 anos e A(H3N2) naquelas com 60 anos ou mais; crianças menores de cinco anos tiveram identificado, com maior frequência, o vírus sincicial respiratório (65,6%), seguido pelo vírus da influenza A (21,2%); o vírus da influenza circulou em todas as estações do ano, e seus períodos de maior incidência intercalaram-se com os de maior atividade do vírus sincicial respiratório. CONCLUSÃO: o monitoramento dos vírus respiratórios contribui para o conhecimento dos períodos de circulação viral e a adoção de medidas de controle específicas. |
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| Autores principais: | Monteiro,Cristiane Campos |
| Outros Autores: | Dezanet,Lorenza Nogueira Campos; França,Elisabeth Barboza |
| Assunto: | Hospitalização Síndrome Respiratória Aguda Grave Vírus Sinciciais Respiratórios Vigilância Epidemiológica Epidemiologia Descritiva |
| Ano: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Resumo OBJETIVO: analisar a circulação dos vírus respiratórios em residentes na região metropolitana de Belo Horizonte, Brasil, hospitalizados em Belo Horizonte, de 2011 a 2013. MÉTODOS: estudo descritivo de 5.158 indivíduos com síndrome respiratória aguda grave; foram comparadas as características dos casos confirmados com casos descartados ou sem coleta de swab. RESULTADOS: metade dos vírus isolados foi da influenza A, especialmente os subtipos A(H1N1)pdm09 em pessoas de 20-59 anos e A(H3N2) naquelas com 60 anos ou mais; crianças menores de cinco anos tiveram identificado, com maior frequência, o vírus sincicial respiratório (65,6%), seguido pelo vírus da influenza A (21,2%); o vírus da influenza circulou em todas as estações do ano, e seus períodos de maior incidência intercalaram-se com os de maior atividade do vírus sincicial respiratório. CONCLUSÃO: o monitoramento dos vírus respiratórios contribui para o conhecimento dos períodos de circulação viral e a adoção de medidas de controle específicas. |
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Atividades financiadas
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