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Ação in vitro da sulfadiazina de Prata em Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa identificados em úlceras crônicas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: Lesões podem cicatrizar em algumas semanas, mas também podem se tornar crônicas quando não respondem ao processo de recuperação. Diversos fatores podem retardar o processo de cicatrização, como a infecção que causa diminuição ou até a parada total do processo de cicatrização, sendo as principais bactérias encontradas colonizando feridas Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa. Um dos tratamentos mais utilizados para controlar a colonização e infecção de úlceras é a sulfadiazina de prata. Para verificar o efeito bactericida de agentes antimicrobianos existem testes laboratoriais, dentre eles se destaca o teste de concentração mínima inibitória, teste que verifica a concentração mínima para inibir o crescimento de um microrganismo. Objetivos: Determinar a concentração mínima inibitória de cepas de Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa obtidas de feridas crônicas. Método: Estudo in vitro, descritivo, com abordagem quantitativa, utilizando amostras coletadas em 2015 congeladas a – 70ºC no Laboratório de Controle Microbiológico da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal Fluminense. A análise microbiológica foi realizada no mesmo laboratório, em 36 cepas de S. aureus e 31 cepas de P. aeruginosa identificados de úlceras crônicas de perna de 43 pacientes Resultados: A concentração mínima inibitória foi de 32μg /ml em todas as amostras analisadas, sendo determinada como a menor concentração expressa em “μg/ml” em que não houve crescimento bacteriano visível a olho nu. Conclusão: De acordo com os resultados obtidos, foi possível concluir que a sulfadiazina de prata foi capaz de controlar a infecção por S. aureus e P.aeruginosa mesmo em baixas concentrações em comparação à concentração comercial da sulfadiazina de prata de 10.000 μg /ml. O estudo da sulfadiazina de prata é importante pois ressalta a a autonomia do enfermeiro na escolha de tecnologias que visam o controle microbiológico, diminuindo o risco de infecções e auxiliando no reparo tecidual.
Autores principais:Peixoto, Bruno Utzeri
Assunto:Úlcera Sulfadiazina de prata Staphylococcus aureus Pseudomonas aeruginosa Enfermagem Cicatrização Ferimentos e lesões Ulcer Silver Sulfadiazine Staphylococcus aureus Pseudomonas aeruginosa Nursing
Ano:2023
País:Brasil
Tipo de documento:trabalho de fim de curso
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Introdução: Lesões podem cicatrizar em algumas semanas, mas também podem se tornar crônicas quando não respondem ao processo de recuperação. Diversos fatores podem retardar o processo de cicatrização, como a infecção que causa diminuição ou até a parada total do processo de cicatrização, sendo as principais bactérias encontradas colonizando feridas Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa. Um dos tratamentos mais utilizados para controlar a colonização e infecção de úlceras é a sulfadiazina de prata. Para verificar o efeito bactericida de agentes antimicrobianos existem testes laboratoriais, dentre eles se destaca o teste de concentração mínima inibitória, teste que verifica a concentração mínima para inibir o crescimento de um microrganismo. Objetivos: Determinar a concentração mínima inibitória de cepas de Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa obtidas de feridas crônicas. Método: Estudo in vitro, descritivo, com abordagem quantitativa, utilizando amostras coletadas em 2015 congeladas a – 70ºC no Laboratório de Controle Microbiológico da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal Fluminense. A análise microbiológica foi realizada no mesmo laboratório, em 36 cepas de S. aureus e 31 cepas de P. aeruginosa identificados de úlceras crônicas de perna de 43 pacientes Resultados: A concentração mínima inibitória foi de 32μg /ml em todas as amostras analisadas, sendo determinada como a menor concentração expressa em “μg/ml” em que não houve crescimento bacteriano visível a olho nu. Conclusão: De acordo com os resultados obtidos, foi possível concluir que a sulfadiazina de prata foi capaz de controlar a infecção por S. aureus e P.aeruginosa mesmo em baixas concentrações em comparação à concentração comercial da sulfadiazina de prata de 10.000 μg /ml. O estudo da sulfadiazina de prata é importante pois ressalta a a autonomia do enfermeiro na escolha de tecnologias que visam o controle microbiológico, diminuindo o risco de infecções e auxiliando no reparo tecidual.

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