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A significação em Portais e a Abside, de Celso Loureiro Chaves

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste artigo empreende-se a análise da obra Portais e a Abside, de Celso Loureiro Chaves, para violão solo, de 1997. A análise segue os princípios da nova musicologia, como têm sido postos em prática por autores como Lawrence Kramer e Rose Subotnik. O ponto de partida e permanente referência da análise são as evidências deixadas pelo próprio compositor: o caráter inteiramente serial da obra; a relação do esquema formal da obra com "o plano arquitetônico de um templo imaginário, mas que poderia estar localizado na ilha de Próspero tal como desenhada por Peter Greenaway para o seu filme A Última Tempestade"; a referência da seção central da peça à memória de "alguma leitura longínqua da obra Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa". A partir destas evidências busca-se intuir um contexto que ilumine a obra e desvele a profundidade do seu significado. ____________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT
Autores principais:Pereira, Flávio Santos
Assunto:Música para violão Violão - instrução e estudo Violão - métodos Música - instrução e estudo Teoria musical
Ano:2013
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Neste artigo empreende-se a análise da obra Portais e a Abside, de Celso Loureiro Chaves, para violão solo, de 1997. A análise segue os princípios da nova musicologia, como têm sido postos em prática por autores como Lawrence Kramer e Rose Subotnik. O ponto de partida e permanente referência da análise são as evidências deixadas pelo próprio compositor: o caráter inteiramente serial da obra; a relação do esquema formal da obra com "o plano arquitetônico de um templo imaginário, mas que poderia estar localizado na ilha de Próspero tal como desenhada por Peter Greenaway para o seu filme A Última Tempestade"; a referência da seção central da peça à memória de "alguma leitura longínqua da obra Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa". A partir destas evidências busca-se intuir um contexto que ilumine a obra e desvele a profundidade do seu significado. ____________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT

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