Publicação
A ironia no trabalho de Carlos Pasquetti : a autoimagem performatizada como aporia
| Resumo: | Este trabalho estuda a presença da ironia em um conjunto de trabalhos de Carlos Pasquetti em fotografia e em Super-8, realizados desde o final da década de 1960 até o presente, nos quais o artista apresenta seu próprio corpo em ações performáticas. Pretendo questionar a presença da ironia na indefinição de um limite entre suas autoimagens performatizadas e o próprio artista. O emprego da ironia, segundo a indicação de Carvalho, não visa menosprezar a inteligência do observador, mas solicitar deste uma participação ativa na formulação de interpretações individualizadas. A ironia, que participa na construção do trabalho do artista, é interpelada pela pesquisa sobre a sua função, a sua ação de, por sua vez, interpelar o espectador, provocando nele a confluência, a geração e o descobrimento de uma verdade própria sobre a arte. |
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| Autores principais: | Ferreira, Cláudio Barcellos Jansen |
| Assunto: | Pasquetti, Carlos José Arte contemporânea Fotografia Autoimagem Conceitualismo Ironia Carlos Pasquetti Contemporary art in Brasil Photography Irony |
| Ano: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Este trabalho estuda a presença da ironia em um conjunto de trabalhos de Carlos Pasquetti em fotografia e em Super-8, realizados desde o final da década de 1960 até o presente, nos quais o artista apresenta seu próprio corpo em ações performáticas. Pretendo questionar a presença da ironia na indefinição de um limite entre suas autoimagens performatizadas e o próprio artista. O emprego da ironia, segundo a indicação de Carvalho, não visa menosprezar a inteligência do observador, mas solicitar deste uma participação ativa na formulação de interpretações individualizadas. A ironia, que participa na construção do trabalho do artista, é interpelada pela pesquisa sobre a sua função, a sua ação de, por sua vez, interpelar o espectador, provocando nele a confluência, a geração e o descobrimento de uma verdade própria sobre a arte. |
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