Publicação

DIFERENÇA E FRONTEIRA – Emergência(s) da Educação – das/nas culturas contemporâneas

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Diferença e Fronteira são dois conceitos em bastante evidência na contemporaneidade. O primeiro porque se estabelece pelas diferenças que constroem fronteiras; o segundo porque faz emergir fronteiras onde existem diferenças. Redundâncias à parte, a ideia é discutir, ainda que sem tomar fronteiras e diferenças como separações modernas, mas a partir de aproximações para os sujeitos da contemporaneidade, que as diferenças coloniais e as fronteiras epistemológicas são exterioridades biogeográficas que extrapolam as interioridades do pensamento moderno europeu ou ao capitalismo pós-moderno estadunidense. Como objetos para a argumentação tomaremos, a partir dos conceitos de diferenças coloniais e fronteiras epistemológicas, exterioridades (MIGNOLO, 2003; 2015) e biogeografias (BESSA-OLIVEIRA, 2016), da “representação” do indígena no livro didático nas aulas de Arte, da “implementação” da Lei que obriga o ensino da cultura e história africanas na educação brasileira, da “relação” que se estabelece entre professores e estudantes nas aulas de Arte e, por último, da discussão que aborda a ideia de que as diferenças e as fronteiras somente existem na contemporaneidade porque essas são tratadas de perspectivas modernas e/ou, no máximo, pós-modernas pelos próprios sujeitos da educação contemporânea. Discutir tudo isso, ainda que num espaço que não quer esgotar todas as questões listadas, é promover uma abordagem epistêmica outra nos currículos dos conceitos de diferença e fronteira sem se inscrever em lugares até hoje tomados, por exemplo, pela educação que está posta nas escolas e nas sociedades contemporâneas em que as salas de aulas são espaços onde as diferenças fazem emergir, cada vez mais, fronteiras diárias.
Autores principais:Oliveira, Marcos Antônio Bessa
Outros Autores:Brito, Gilmara de Souza; Nascimento, Maila Indiara do
Assunto:Diferenças Fronteiras Biogeografias Educação Arte História
Ano:2020
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Diferença e Fronteira são dois conceitos em bastante evidência na contemporaneidade. O primeiro porque se estabelece pelas diferenças que constroem fronteiras; o segundo porque faz emergir fronteiras onde existem diferenças. Redundâncias à parte, a ideia é discutir, ainda que sem tomar fronteiras e diferenças como separações modernas, mas a partir de aproximações para os sujeitos da contemporaneidade, que as diferenças coloniais e as fronteiras epistemológicas são exterioridades biogeográficas que extrapolam as interioridades do pensamento moderno europeu ou ao capitalismo pós-moderno estadunidense. Como objetos para a argumentação tomaremos, a partir dos conceitos de diferenças coloniais e fronteiras epistemológicas, exterioridades (MIGNOLO, 2003; 2015) e biogeografias (BESSA-OLIVEIRA, 2016), da “representação” do indígena no livro didático nas aulas de Arte, da “implementação” da Lei que obriga o ensino da cultura e história africanas na educação brasileira, da “relação” que se estabelece entre professores e estudantes nas aulas de Arte e, por último, da discussão que aborda a ideia de que as diferenças e as fronteiras somente existem na contemporaneidade porque essas são tratadas de perspectivas modernas e/ou, no máximo, pós-modernas pelos próprios sujeitos da educação contemporânea. Discutir tudo isso, ainda que num espaço que não quer esgotar todas as questões listadas, é promover uma abordagem epistêmica outra nos currículos dos conceitos de diferença e fronteira sem se inscrever em lugares até hoje tomados, por exemplo, pela educação que está posta nas escolas e nas sociedades contemporâneas em que as salas de aulas são espaços onde as diferenças fazem emergir, cada vez mais, fronteiras diárias.

Atividades financiadas

Não foram encontrados projetos financiados.