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Memória e história das práticas e saberes docentes em educação matemática nos anos iniciais do ensino fundamental do CAp/UERJ

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Essa dissertação trata da investigação sobre como o Ensino de Matemática se configurou como área de conhecimento no Departamento de Ensino Fundamental (DEF) do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira - CAp/UERJ e estudar que saberes docentes foram mobilizados para a apreensão de teorias e na constituição das atuais práticas de ensino. Na tentativa de entender como se deu essa trajetória, busquei estudar as experiências comuns e as possíveis diferenças na construção da concepção pedagógica nessa área de ensino nos anos iniciais do ensino fundamental. Trabalhei na pesquisa com memórias de docentes de diferentes gerações, priorizando a que impulsionou o processo de mudança na prática, além de bolsistas de Iniciação à Docência, através de entrevistas, questionários e com registros da produção didática individual e/ou coletiva do Departamento de Ensino Fundamental. Ecléa Bosi e Maurice Halbwachs foram alguns autores no campo da memória, Lev Vygotsky esteve presente na discussão estabelecendo um paralelo com as interações entre os sujeitos na busca do conhecimento. Maurice Tardif e Antônio Nóvoa, em suas perspectivas formativas, foram os interlocutores no diálogo acerca da compreensão dos saberes produzidos pelos profissionais envolvidos, estabelecendo um elo com as ideias de Paulo Freire no que diz respeito a constituição do professor pesquisador. Para pensar a Matemática como conhecimento e prática social lancei mão de Constance Kamii, Délia Lerner, Patricia Sadovsky e Ubiratan D'Ambrósio dentre outros. A partir dessa investigação, fiz o levantamento das principais mudanças ocorridas a fim de responder as questões: Quais as permanências, os desafios e as perspectivas para o ensino da Matemática no DEF? Quais as práticas que nortearam a transformação no ensino da Matemática? Parti da hipótese de que a reflexão sobre a trajetória do grupo de profissionais que participava da formação em serviço poderia contribuir para a renovação e a ampliação dos conhecimentos sobre o ensino de Matemática. Nessa perspectiva, o produto final exigido pelo Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação de Ensino em Educação Básica (PPGEB) configura-se como uma ferramenta de apoio às discussões coletivas do DEF, intitulado como Diário de Bordo Virtual Malba Tahan, nos moldes das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), tendo como suporte técnico um AVA - Ambiente Virtual de Aprendizagem - já instalado no ambiente virtual do CAp/UERJ, como um grupo de estudos do departamento.
Autores principais:Miranda, Glória Maria Paes Brito
Assunto:Memória Prática docente Ensino da matemática Anos iniciais Memory Teaching practice Mathematics teaching Initial years CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::MATEMATICA
Ano:2023
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Essa dissertação trata da investigação sobre como o Ensino de Matemática se configurou como área de conhecimento no Departamento de Ensino Fundamental (DEF) do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira - CAp/UERJ e estudar que saberes docentes foram mobilizados para a apreensão de teorias e na constituição das atuais práticas de ensino. Na tentativa de entender como se deu essa trajetória, busquei estudar as experiências comuns e as possíveis diferenças na construção da concepção pedagógica nessa área de ensino nos anos iniciais do ensino fundamental. Trabalhei na pesquisa com memórias de docentes de diferentes gerações, priorizando a que impulsionou o processo de mudança na prática, além de bolsistas de Iniciação à Docência, através de entrevistas, questionários e com registros da produção didática individual e/ou coletiva do Departamento de Ensino Fundamental. Ecléa Bosi e Maurice Halbwachs foram alguns autores no campo da memória, Lev Vygotsky esteve presente na discussão estabelecendo um paralelo com as interações entre os sujeitos na busca do conhecimento. Maurice Tardif e Antônio Nóvoa, em suas perspectivas formativas, foram os interlocutores no diálogo acerca da compreensão dos saberes produzidos pelos profissionais envolvidos, estabelecendo um elo com as ideias de Paulo Freire no que diz respeito a constituição do professor pesquisador. Para pensar a Matemática como conhecimento e prática social lancei mão de Constance Kamii, Délia Lerner, Patricia Sadovsky e Ubiratan D'Ambrósio dentre outros. A partir dessa investigação, fiz o levantamento das principais mudanças ocorridas a fim de responder as questões: Quais as permanências, os desafios e as perspectivas para o ensino da Matemática no DEF? Quais as práticas que nortearam a transformação no ensino da Matemática? Parti da hipótese de que a reflexão sobre a trajetória do grupo de profissionais que participava da formação em serviço poderia contribuir para a renovação e a ampliação dos conhecimentos sobre o ensino de Matemática. Nessa perspectiva, o produto final exigido pelo Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação de Ensino em Educação Básica (PPGEB) configura-se como uma ferramenta de apoio às discussões coletivas do DEF, intitulado como Diário de Bordo Virtual Malba Tahan, nos moldes das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), tendo como suporte técnico um AVA - Ambiente Virtual de Aprendizagem - já instalado no ambiente virtual do CAp/UERJ, como um grupo de estudos do departamento.

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