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Escrita autoetnográfica e performática do silenciamento, embaçamento e colonização dos nossos corpos
| Summary: | Resumo A autoetnografia performática é uma linha crítica, criativa, política e múltipla em que o corpo da/o escritora/escritor interage com outros corpos e tecidos para a produção de conhecimento anticolonial. O objetivo deste artigo é analisar criticamente os tipos de malhas que são produzidas por diferentes situações, ações e sensações experienciadas no corpo a partir das interações com outros corpos e leituras. Refletimos sobre elementos de silenciamento, embaçamento e colonização presentes ao longo da vida e no nosso cotidiano. Discutimos sobre a constituição das estruturas excludentes do conhecimento com a crítica à filosofia cartesiana e a denúncia da omissão dos saberes de corpos colonizados. Concluímos que revisitar nossas costuras, multiplicar possibilidades e difundir essas multiplicidades contribui para as identificações e reflexões sobre nós e sobre as diferentes teorias, visões e interpretações explanadas enquanto conhecimento. |
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| Main Authors: | Pereira,Flávia Liparini |
| Other Authors: | Barros,Nelson Filice de |
| Subject: | autoetnografia escrita performática decolonialidade corpos ensino |
| Year: | 2021 |
| Country: | Brazil |
| Document type: | article |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | IBICT |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Oasisbr |
| Summary: | Resumo A autoetnografia performática é uma linha crítica, criativa, política e múltipla em que o corpo da/o escritora/escritor interage com outros corpos e tecidos para a produção de conhecimento anticolonial. O objetivo deste artigo é analisar criticamente os tipos de malhas que são produzidas por diferentes situações, ações e sensações experienciadas no corpo a partir das interações com outros corpos e leituras. Refletimos sobre elementos de silenciamento, embaçamento e colonização presentes ao longo da vida e no nosso cotidiano. Discutimos sobre a constituição das estruturas excludentes do conhecimento com a crítica à filosofia cartesiana e a denúncia da omissão dos saberes de corpos colonizados. Concluímos que revisitar nossas costuras, multiplicar possibilidades e difundir essas multiplicidades contribui para as identificações e reflexões sobre nós e sobre as diferentes teorias, visões e interpretações explanadas enquanto conhecimento. |
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