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Sono, trabalho e estudo: duração do sono em estudantes trabalhadores e não trabalhadores

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo objetivou investigar a duração do sono e fatores associados em escolares trabalhadores e não trabalhadores. Foram coletadas informações sobre o padrão do ciclo vigília/sono de 863 adolescentes de 10 a 19 anos em escolas de São Paulo, Brasil. Análises ajustadas foram aplicadas para comparação da duração do sono entre trabalhadores e não trabalhadores. O porcentual de adolescentes trabalhadores foi de 18,4% e 52% dos jovens que trabalhavam apresentaram oito ou menos horas de sono. A prevalência de baixa duração do sono foi maior nos trabalhadores dos sexos masculino (p = 0,017) e feminino (p < 0,001). Os estudantes trabalhadores apresentaram menor duração do sono mesmo com ajuste pela classe socioeconômica (p < 0,001). Apesar de existirem mais trabalhadores no turno da noite, no modelo ajustado pelo sexo e nível socioeconômico, os estudantes trabalhadores do turno da tarde apresentaram maior prevalência de baixa duração do sono (RP = 2,53; IC95%: 1,68-4,12).
Autores principais:Pereira,Érico Felden
Outros Autores:Bernardo,Maria Perpeto Socorro Leite; D'Almeida,Vânia; Louzada,Fernando Mazzilli
Assunto:Sono Privação do Sono Trabalho Adolescente
Ano:2011
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Este estudo objetivou investigar a duração do sono e fatores associados em escolares trabalhadores e não trabalhadores. Foram coletadas informações sobre o padrão do ciclo vigília/sono de 863 adolescentes de 10 a 19 anos em escolas de São Paulo, Brasil. Análises ajustadas foram aplicadas para comparação da duração do sono entre trabalhadores e não trabalhadores. O porcentual de adolescentes trabalhadores foi de 18,4% e 52% dos jovens que trabalhavam apresentaram oito ou menos horas de sono. A prevalência de baixa duração do sono foi maior nos trabalhadores dos sexos masculino (p = 0,017) e feminino (p < 0,001). Os estudantes trabalhadores apresentaram menor duração do sono mesmo com ajuste pela classe socioeconômica (p < 0,001). Apesar de existirem mais trabalhadores no turno da noite, no modelo ajustado pelo sexo e nível socioeconômico, os estudantes trabalhadores do turno da tarde apresentaram maior prevalência de baixa duração do sono (RP = 2,53; IC95%: 1,68-4,12).

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