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A “POÉTICA DO INVISÍVEL” EM BABILÔNIA 2000, DE EDUARDO COUTINHO: UMA ANÁLISE DAS PERSONAGENS CIDA, FÁTIMA, DJANIRA E CONCEIÇÃO.

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Resumo:O objetivo deste artigo é apresentar uma análise do documentário Babilônia 2000 (2000), de Eduardo Coutinho, a partir do que chamamos de “poética do invisível”, alicerçada na trajetória estético-política do diretor, que sempre privilegiou, em seus filmes, a reflexão sobre os excluídos sociais, ouvindo-lhes e dando-lhes visibilidade através de seu dispositivo fílmico. A expressão se refere a uma forma de tornar visível (pelo cinema documental) o que é invisível socialmente, evidenciando a arte como lugar de problematização e reflexão sobre a existência, assegurando-lhe uma função de fundamental importância no mundo, sobretudo no contemporâneo, no qual a exclusão (social, tecnológica, política) parece ter se tornado um lugar comum. Para tanto, selecionamos as personagens Fátima Gomes Pereira (Fátima), Maria Aparecida Alves (Cida), Djanira Santos Alves (Djanira), Conceição Ferreira da Silva (Conceição), entendendo que o modo como são concebidas, como personagens, pela estrutura fílmica de Coutinho, revelam melhor o que chamamos de sua “poética do invisível”.
Autores principais:Moreira, Rafael de Almeida
Outros Autores:Pereira, Cilene Margarete
Assunto:cinema documentário Eduardo Coutinho “poética do invisível”
Ano:2018
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:O objetivo deste artigo é apresentar uma análise do documentário Babilônia 2000 (2000), de Eduardo Coutinho, a partir do que chamamos de “poética do invisível”, alicerçada na trajetória estético-política do diretor, que sempre privilegiou, em seus filmes, a reflexão sobre os excluídos sociais, ouvindo-lhes e dando-lhes visibilidade através de seu dispositivo fílmico. A expressão se refere a uma forma de tornar visível (pelo cinema documental) o que é invisível socialmente, evidenciando a arte como lugar de problematização e reflexão sobre a existência, assegurando-lhe uma função de fundamental importância no mundo, sobretudo no contemporâneo, no qual a exclusão (social, tecnológica, política) parece ter se tornado um lugar comum. Para tanto, selecionamos as personagens Fátima Gomes Pereira (Fátima), Maria Aparecida Alves (Cida), Djanira Santos Alves (Djanira), Conceição Ferreira da Silva (Conceição), entendendo que o modo como são concebidas, como personagens, pela estrutura fílmica de Coutinho, revelam melhor o que chamamos de sua “poética do invisível”.

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