Publicação
O sindicalismo brasileiro está em extinção? Um breve exame do cenário sindical no país
| Resumo: | O trabalho situa-se na dimensão ontológica fundamental dos seres humanos, uma vez que por meio dele transforma-se a realidade, concretiza-se a sociabilidade e alcança-se a liberdade à vista das amarras monetário-mercadológicas quando se integra a classe que dele vive. A despeito de sua natureza, as últimas décadas foram marcadas por mutações estruturais, sistemáticas e organizacionais no labor, diante do advento neoliberal, do modelo de acumulação flexível do capital e de uma robusta fragmentação operário-coletiva. Toda essa metamorfose repercutiu no sindicalismo, fenômeno no qual se enquadra a representação dos trabalhadores nas relações industriais e na atuação proletário-reivindicativa, e fez com que o horizonte sindical fosse reanalisado, sobretudo pela constatação de um declive nas taxas de sindicalização. Assim, surgiu o debate acerca da natureza do porvir agremiativo, no qual uns creem em seu desaparecimento completo e outros defendem que está em curso um processo disruptivo. Em meio a essa controvérsia, elaborou-se o presente trabalho, cujo escopo é analisar a conjuntura laboral-coletiva nacional nos últimos anos e tentar aferir qual o fado do sindicalismo, passando-se pelo exame da estrutura sindical do país e pelos desafios agremiativo-contemporâneos, até chegar-se as inferências finais, oportunidade na qual se responderá ao título deste manuscrito: o sindicalismo brasileiro está em extinção? |
|---|---|
| Autores principais: | Andrade, Heliton Goldman Barbosa |
| Assunto: | Sindicalismo Crise Declínio Syndicalism Crisis Decline |
| Ano: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | O trabalho situa-se na dimensão ontológica fundamental dos seres humanos, uma vez que por meio dele transforma-se a realidade, concretiza-se a sociabilidade e alcança-se a liberdade à vista das amarras monetário-mercadológicas quando se integra a classe que dele vive. A despeito de sua natureza, as últimas décadas foram marcadas por mutações estruturais, sistemáticas e organizacionais no labor, diante do advento neoliberal, do modelo de acumulação flexível do capital e de uma robusta fragmentação operário-coletiva. Toda essa metamorfose repercutiu no sindicalismo, fenômeno no qual se enquadra a representação dos trabalhadores nas relações industriais e na atuação proletário-reivindicativa, e fez com que o horizonte sindical fosse reanalisado, sobretudo pela constatação de um declive nas taxas de sindicalização. Assim, surgiu o debate acerca da natureza do porvir agremiativo, no qual uns creem em seu desaparecimento completo e outros defendem que está em curso um processo disruptivo. Em meio a essa controvérsia, elaborou-se o presente trabalho, cujo escopo é analisar a conjuntura laboral-coletiva nacional nos últimos anos e tentar aferir qual o fado do sindicalismo, passando-se pelo exame da estrutura sindical do país e pelos desafios agremiativo-contemporâneos, até chegar-se as inferências finais, oportunidade na qual se responderá ao título deste manuscrito: o sindicalismo brasileiro está em extinção? |
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