Publicação
As representações culturais no romance: o alegre canto da perdiz de Paulina Chiziane
| Resumo: | Em O alegre canto da perdiz (2008), quinto romance de Paulina Chiziane, a autora faz um resgate histórico ao retratar a colonização de Moçambique. Esta pesquisa busca analisar os personagens principais da narrativa a partir de suas possíveis correspondentes representações culturais naquela sociedade. Duas dessas representações nos são mais pertinentes: primeiro, o ser africano como extensão da terra, despido de sua humanidade, objeto de posse do colonizador; e, segundo, esta mesma representação, mas subvertida: o ser como extensão da terra naquilo que essa tem de sagrado e fértil, ideia que foi personificada na figura da Mãe África. À luz dos postulados de autores como Stuart Hall (2016), Frantz Fanon (2008) e Kabengele Munanga (1986) será possível fazer uma leitura do romance no que tange à representação do negro e da negra |
|---|---|
| Autores principais: | Cardoso, Mariana Motta Campinho |
| Assunto: | Literatura Moçambicana Representações Culturais Pós-colonialismo Literatura moçambicana Romance Chiziane, Paulina, 1955- Mozambican Literature Cultural Representations Postcolonialism |
| Ano: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Em O alegre canto da perdiz (2008), quinto romance de Paulina Chiziane, a autora faz um resgate histórico ao retratar a colonização de Moçambique. Esta pesquisa busca analisar os personagens principais da narrativa a partir de suas possíveis correspondentes representações culturais naquela sociedade. Duas dessas representações nos são mais pertinentes: primeiro, o ser africano como extensão da terra, despido de sua humanidade, objeto de posse do colonizador; e, segundo, esta mesma representação, mas subvertida: o ser como extensão da terra naquilo que essa tem de sagrado e fértil, ideia que foi personificada na figura da Mãe África. À luz dos postulados de autores como Stuart Hall (2016), Frantz Fanon (2008) e Kabengele Munanga (1986) será possível fazer uma leitura do romance no que tange à representação do negro e da negra |
|---|
Atividades financiadas
Não foram encontrados projetos financiados.