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Análise radiográfica do tratamento cirúrgico da fratura cervical baixa por via posterior

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Detalhes bibliográficos
Resumo:OBJETIVO: Avaliação da evolução radiográfica da lesão da coluna vertebral cervical tratada pela fixação posterior isolada. MÉTODOS: De 2000 a 2008 foram selecionados 23 pacientes que atenderam aos critérios de inclusão do estudo. Eram masculinos 91,3% e a idade média foi de 34 anos e quatro meses. O tempo de seguimento médio foi de 82 meses. Foi avaliado no exame de imagem pré-operatório, pós-operatório imediato e após seis meses de evolução o tipo de implante, a consolidação da artrodese, se houve soltura do implante, perda de redução, cifose segmentar, degeneração de nível adjacente e pseudartrose. RESULTADOS: Em relação ao método de síntese, 60,8% dos pacientes foram submetidos ao amarrilho interespinhoso, 26% à placa com parafusos de massa lateral e 13% à barra com parafusos de massa lateral. Dos pacientes submetidos à fixação com parafusos, nenhum apresentou complicações radiográficas e 35,7% dos pacientes submetidos à artrodese com amarrilho interespinhoso tiveram complicação, sendo a mais frequente a cifose segmentar. CONCLUSÃO: As lesões da coluna cervical submetidas a artrodese com parafuso de massa lateral apresentaram uma evolução radiográfica melhor do que as submetidas a fixação com amarrilho interespinhoso, tendo este último apresentado maior incidência de complicações na artrodese.
Autores principais:Astur Neto,Nelson
Outros Autores:Pellegrino,Luciano Antonio Nassar; Umeta,Ricardo Shigueaki Galhego; Caffaro,Maria Fernanda Silber; Meves,Robert; Landim,Elcio; Avanzi,Osmar
Assunto:Vértebras cervicais Fixação de fratura Dispositivos de fixação ortopédica Fixadores internos Fraturas da coluna vertebral Traumatismos da coluna vertebral Cerclagem cervical
Ano:2012
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:OBJETIVO: Avaliação da evolução radiográfica da lesão da coluna vertebral cervical tratada pela fixação posterior isolada. MÉTODOS: De 2000 a 2008 foram selecionados 23 pacientes que atenderam aos critérios de inclusão do estudo. Eram masculinos 91,3% e a idade média foi de 34 anos e quatro meses. O tempo de seguimento médio foi de 82 meses. Foi avaliado no exame de imagem pré-operatório, pós-operatório imediato e após seis meses de evolução o tipo de implante, a consolidação da artrodese, se houve soltura do implante, perda de redução, cifose segmentar, degeneração de nível adjacente e pseudartrose. RESULTADOS: Em relação ao método de síntese, 60,8% dos pacientes foram submetidos ao amarrilho interespinhoso, 26% à placa com parafusos de massa lateral e 13% à barra com parafusos de massa lateral. Dos pacientes submetidos à fixação com parafusos, nenhum apresentou complicações radiográficas e 35,7% dos pacientes submetidos à artrodese com amarrilho interespinhoso tiveram complicação, sendo a mais frequente a cifose segmentar. CONCLUSÃO: As lesões da coluna cervical submetidas a artrodese com parafuso de massa lateral apresentaram uma evolução radiográfica melhor do que as submetidas a fixação com amarrilho interespinhoso, tendo este último apresentado maior incidência de complicações na artrodese.

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