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Preserved xenogenic amniotic membrane as a patch on the repair of superficial corneal ulcers in rabbits

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da membrana amniótica canina, preservada em glicerina, usada como bandagem na reparação de úlceras superficiais experimentais de córneas de coelhos e comparar o tempo de epitelização das córneas, entre os grupos tratado e controle. As membranas foram colhidas assepticamente e preservadas em glicerina 99%, em temperatura ambiente. Cada animal foi anestesiado e submetido a ceratectomia superficial no olho esquerdo. O grupo tratado recebeu um fragmento de membrana amniótica, como bandagem, e o grupo controle não recebeu tratamento. O grupo tratado apresentou blefarospasmo, secreção ocular e congestão conjuntival. A membrana amniótica acelerou o início do processo de reparação da córnea, porém retardou sua conclusão. As córneas tratadas demonstraram formação vascular e perda da transparência. O estroma do grupo controle apresentou-se mais espesso do que o do grupo tratado. Sugere-se que a membrana amniótica, utilizada da forma descrita, deva ser aplicada como terapia em úlceras superficiais da córnea na fase inicial do processo de reparação.
Autores principais:Pontes, Kelly Cristine de Sousa
Outros Autores:Borges, Andréa Pacheco Batista; Eleotério, Renato Barros; Reis, Emily Correna Carlo; Duarte, Tatiana Schmitz
Assunto:Cornea Surgery Veterinary ophthalmology Biomaterials
Ano:2018
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:inglês
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da membrana amniótica canina, preservada em glicerina, usada como bandagem na reparação de úlceras superficiais experimentais de córneas de coelhos e comparar o tempo de epitelização das córneas, entre os grupos tratado e controle. As membranas foram colhidas assepticamente e preservadas em glicerina 99%, em temperatura ambiente. Cada animal foi anestesiado e submetido a ceratectomia superficial no olho esquerdo. O grupo tratado recebeu um fragmento de membrana amniótica, como bandagem, e o grupo controle não recebeu tratamento. O grupo tratado apresentou blefarospasmo, secreção ocular e congestão conjuntival. A membrana amniótica acelerou o início do processo de reparação da córnea, porém retardou sua conclusão. As córneas tratadas demonstraram formação vascular e perda da transparência. O estroma do grupo controle apresentou-se mais espesso do que o do grupo tratado. Sugere-se que a membrana amniótica, utilizada da forma descrita, deva ser aplicada como terapia em úlceras superficiais da córnea na fase inicial do processo de reparação.

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